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sábado, 23 de maio de 2015

Ilhabela realiza 5º Festival da Sardinha com shows musicais

PortalR3
Depois do sucesso da XV Semana da Cultura Caiçara, a Prefeitura de Ilhabela já prepara o 5º Festival da Sardinha.
O evento será realizado nos dias 30 e 31 de maio, a partir das 13h, no Centro de Apoio ao Pescador, na Praia de Santa Tereza, próxima à Vila, e tem a parceria da Associação dos Pescadores Artesanais e o apoio da TV Band Vale.
Além da tradicional sardinha na brasa e outros pratos à base do pescado, o público vai conferir shows musicais.
No sábado, dia 30, às 15h, tem a banda “Sacode a Poeira” e às 20h a dupla sertaneja Nako e Rafael.
Já no domingo, dia 31, às 15h, o cantor e compositor Peleco, com muita MPB e belíssimas interpretações de Cazuza.
Fechando a programação, às 20h, a dupla sertaneja Roger & Rogério. “Começamos este festival há cinco anos como mais um evento para envolver a comunidade e fomentar o turismo com a gastronomia.
A sardinha é um peixe muito consumido em todo o mundo e em Ilhabela não é diferente. Será mais uma vez um grande festival”, comentou o prefeito Toninho Colucci. O festival tem a organização da Secretaria de Turismo e Fomento

Margareth Menezes grava disco com músicas de Gil e Caetano

Cantora baiana contou com participações especiais como Rosa Passos e Saulo

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A música de Caetano Veloso e Gilberto Gil é, e sempre foi, referência para Margareth Menezes. Ela teve o primeiro contato com a obra dos tropicalistas na adolescência, período em que sonhava com a carreira de atriz. Logo depois, juntou-se a jovens artistas baianos no grupo teatral Troca de Segredos.

Naquela época — início da década de 1980 —, Margareth já encantava os espectadores ao soltar o vozeirão em canções dos dois ícones da música baiana. A cantora havia lançado seu primeiro LP, quando fez uma série de shows pelo país, como convidada de Gilberto Gil e Dominguinhos.


No começo da década de 1990, a cantora lançou o CD Gente de festa, que contou com a participação de Caetano Veloso. No carnaval de 1996, esteve ao lado de Caetano e Gil no Bloco da Cidade. No ano seguinte, gravou o clássico Domingo no parque, no álbum Tropicália: 30 anos.

Perto de completar três décadas de carreira, Margareth leva sua admiração pela obra dos dois às últimas consequências, em Para Gil e Caetano, CD ao vivo e DVD gravados em maio do ano passado, no Rio de Janeiro. O projeto chega ao público no momento em que os homenageados completam 50 anos de carreira.

"A ideia de realizar esse trabalho surgiu há três anos. A afeição que tenho por Gil e Caetano não foi algo arquitetado, veio espontaneamente. Em 2013, consegui datas na pauta de Teatro Rival BR, no Rio e ali fiz a estreia do show Para Gil e Caetano, levado depois a outros palcos e outras cidades brasileiras, durante quase dois anos", conta Margareth.

"Eu já havia feito um outro DVD com eles. Ao receber a aprovação parti para a produção e aí convidei Gil, Caetano, Rosa Passos e Saulo Fernandes para estarem comigo no show. Com Gil, vieram Bem e Preta e, a eles, para minha alegria, se juntou Moreno Veloso", conta a cantora.

Músicas de diferentes fases dos homenageados foram reunidas no repertório. De Caetano, Margareth recria o clássico Como 2 e 2, Um índio, O quereres, Gema e Purificar o Subaé (juntas num medley) e divide a interpretação de Eclipse oculto, com Saulo Fernandes. "Como estava em turnê, Caetano não pôde participar do show que gerou o DVD. Mas tive o prazer de contar com ele em Luz do sol e Uns, numa gravação de estúdio", destaca.

Gil teve uma participação bem maior. "Com ele, fiz duo em Alguém cantando, Deixar você e Esotérico. Ele está presente, também, nas faixas Clichê o clichê, com Moreno Veloso e Bem Gil; e em Refazenda, com Moreno, Bem e Preta Gil". No hino da Tropicália Panis et circensis, Maga (como os amigos a chamam) foi acompanhada, igualmente, pelos três.

Sozinha, Margareth exibe a voz privilegiada em canções como Buda nagô. Um dos grandes momentos do DVD é o encontro de Margareth com Rosa Passos em Eu vim da Bahia. "Quis muito que Rosa tomasse parte desse projeto. Acompanho o trabalho dessa importante intérprete da MPB desde que lançou Curare, seu primeiro CD. Cantar com ela era um sonho que eu acalentava há muito tempo", revela

Toda quinta tem Roda de Choro no Conservatório de MPB de Curitiba




Os músicos Lucas Melo e Julião Boêmio comandam as rodas de choro que acontecem todas as quintas-feiras, às 17h, no Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba. O encontro é aberto à participação de outros músicos, que podem se integrar à roda, e do público, que pode apreciar gratuitamente um repertório de qualidade.

O programa inclui os clássicos do chorinho, assinados por nomes como Pixinguinha, Jacob do Bandolim e Ernesto Nazareth. São tocadas também composições de músicos da cidade, entre eles Walter Scheibel, Sérgio Albach, Cláudio Menandro e do próprio Julião Boêmio.

Além de cavaquinista, Julião Boêmio é compositor de choros, maxixes e polcas. Como instrumentista acompanhou nomes como Nelson Sargento, Yamandu Costa, Ceumar e Mônica Salmaso. Em 2010 lançou o seu primeiro CD, “Feijão no Dente”. Músico da nova geração do choro curitibano, o violonista Lucas Melo formou-se pela Faculdade de Artes do Paraná – FAP e atua no Conservatório de MPB de Curitiba. O instrumentista forma com Lucas Miranda (cavaquinho) o duo “Papo de Xará”.

Serviço:
Roda de Choro com Lucas Melo (violão de sete cordas) e Julião Boêmio (cavaquinho).
Data e horário: Toda quinta-feira, sempre às 17h.
Local: Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba (Rua Mateus Leme, 66 – Setor Histórico).
Entrada franca

Dragon Ball Z - O Renascimento de Freeza





Dragon Ball Z - O Renascimento de Freeza



Sorbet e Tagoma, dois remanescentes do exército de Freeza, chegam à Terra em busca das Esferas do Dragão. A ideia é reuni-las para ressuscitar seu antigo líder, que faleceu após uma batalha contra Goku. O plano é bem-sucedido e, com isso, Freeza retorna disposto a se vingar. Para tanto ele se prepara durante meses, de forma que possa reencontrar Goku no auge do seu poder.

O Vendedor de Passados






O Vendedor de Passados

Não recomendado para menores de 12 anos 
O que você faria se pudesse alterar erros ou lembranças dolorosas do passado? Esta é a profissão de Vicente (Lázaro Ramos): ele vende passados às pessoas, criando documentos, fotos e outros indícios necessários para reescrever a história. Esta trama é uma adaptação do livro de mesmo nome, escrito pelo angolano José Eduardo Agualusa.

Vicente (Lázaro Ramos) é um “vendedor de passados”. Este curioso profissional trabalha em sua casa, com a ajuda de fotografias antigas e computadores com programas de edição de imagens. Assim, ele corrige os passados de pessoas tristes e frustradas, montando novos álbuns de nascimento, de casamento, produzindo falsos vídeos sobre belas amizades e viagens inesquecíveis que seus clientes nunca tiveram.

Poltergeist - O Fenômeno




Poltergeist - O Fenômeno

Não recomendado para menores de 12 anos


A família Bowen acaba de se mudar para uma nova casa. O pai, a mãe e os dois filhos parecem se adaptar bem ao novo lar, até começarem a perceber estranhas manifestações em casa, atingindo principalmente a filha pequena. Um dia, ela é sequestrada pelas forças malignas, fazendo com que os pais procurem a ajuda em especialistas no assunto, para recuperar a criança antes que seja tarde demais.
O primeiro terço de Poltergeist – O Fenômeno é ótimo. A família Bowmen chega a uma nova casa, em um bairro pequeno e pouco habitado. O motivo da mudança é claro: o pai perdeu o emprego, e a crise não permite manter os custos de uma casa grande. Por isso, o filho dorme no sótão e o casal tolera os defeitos estruturais do imóvel. O diretor Gil Kenan (A Casa Monstro) dedica bastante tempo às relações entre os membros da família, incluindo um retrato realista do casal interpretado por Sam Rockwell e Rosemarie DeWitt e dos filhos pequenos, com suas brigas e brincadeira

Star Wars: A Força da trilha sonora mais poderosa do cinema


sw
Tá tarde, mas ainda é Star Wars Day, crianças! E como estamos aqui pra falar de música, não poderíamos deixar passar uma das mais épicas trilhas sonoras de todos os tempos.
Há muito tempo atrás, mais precisamente em maio de 1977, numa galáxia muito muito distante surgiu o primeiro filme da saga Star Wars, e com ele uma das mais lendárias trilhas sonoras do cinema. Conhecido só como Star Wars ou Star Wars IV: Uma nova Esperança, a obra ganhou logo de cara o Oscar de melhor trilha sonora no ano seguinte.
Desde então os sons que ajudam a contar a história de Anakin, Léia e Luke Skywalker, Yoda e companhia dominaram as premiações musicais e os corações dos fãs da saga.
Tô pra conhecer um ser humano que não se arrepie ouvindo a “The Imperial March” anunciando a presença do todo poderoso Darth Vader, “Main Title” (tema do Luke), ou que não comemore com “Ewok Celebration” e suspire com “Han Solo and the Princess”.
Executadas exclusivamente pela Orquestra Sinfônica de Londres, todas as músicas que embalaram os seis episódios da saga e a infância (tá, não só a infância) de quem é fã de SW são de autoria do maestro, compositor e pianista John Willians.
Conhecido como um dos mais célebres compositores do cinema, e responsável por trilhas de sucessos como ET O Extraterrestre, Jurassic Park e Indiana Jones, Willians também foi confirmado para compor a trilha de Star Wars VII: O Despertar da Força. Pera, escorreu uma lágrima aqui…
Todas as trilhas de SW foram lançadas em LPs e posteriormente em CDs, seja em regravações ou em edições expandidas, mas se você quer conhecer a obra eu aconselho fortemente a curtir vendo os filmes. Enfim… Se você não assistiu Star Wars, a música é um, dos muitos motivos, pra se tornar fã da saga. Até mais e que a Força esteja com vocês!
The Imperial March e umas cenas lindas pra despertar A Força em você!  
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