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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Acadêmicos do Tatuapé vence o Carnaval 2017 de São Paulo

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Correspondente SP: Oscar D'Falco 

Com 269,7 pontos a Acadêmicos do Tatuapé vence o Carnaval 2017 de São Paulo e obtêm seu primeiro título no Grupo Especial após o vice-campeonato em 2016. A escola apostou em um enredo sobre a África criado pelo carnavalesco carioca Flávio Campello que fez sua estreia na escola.

A escola passou à frente da apuração apenas na leitura da última nota do último quesito, samba-enredo, superando a Dragões da real, que vinha se mantendo na liderança desde o sexto dos nove quesitos.
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A escola apostou em um desfile coeso e vibrante e se valeu de ter um dos melhores sambas faendo paradinhas para o público cantar em coro o refrão: “É de arerê / Ilê, ijexá/ Essa kizomba de um povo feliz/ Eu sou a África / Derramo meu axé/ Canta Tatuapé”. A Academicos de Tatuapé contou com o intérprete Celsinho Mody, considerado um dos melhores da atualidade, a bateria de mestre Higor, a rainha estreante Andrea Capitulino. Na sexta-feira (03-mar) a escola volta a avenida no desfile das campeãs.

Desfile Acadêmicos do Tatuapé

A escola foi fundada em 1952 com o nome de Unidos de Vila Santa Isabel e mudou para Acadêmicos do Tatuapé em 1964. Em 2008 a escola inovou ao criar o cargo de “rei da bateria”, dando essa missão ao professor de dança Daniel Manzioni. A escola subiu para o Grupo Especial em 2013 e quase caiu em 2015, superando a Mancha Verde no critério de desempate. No ano passado, com um belo enredo em homenagem à Beija-Flor, a Tatuapé chegou ao vice-campeonato do carnaval paulistano.

Pontuação final

1º – 269,7 – Acadêmicos do Tatuapé
2º – 269,7 – Dragões da Real
3º – 269,4 – Vai-Vai
4º – 269,4 – Império de Casa Verde
5º – 269,3 – Rosas de Ouro
6º – 269,2 – Mocidade Alegre
7º – 269,0 – Unidos de Vila Maria
8º – 268,8 – Acadêmicos do Tucuruvi
9º – 268,8 – Gaviões da Fiel
10º – 268,7 – Mancha Verde
11º – 268,4 – Unidos do Peruche
12º – 268,3 – Tom Maior
13º – 268,2 – Águia de Ouro ↓
14º – 268,1 – Nenê de Vila Matilde ↓

Na última e penúltima colocação, as escolas Águia de Ouro e Nenê de Vila Matilde foram rebaixadas para o Grupo de Acesso. De acordo com as regras, os critérios de desempate seguiram a ordem inversa dos quesitos que foram anunciados: fantasia, bateria, comissão de frente, mestre sala e porta bandeira, harmonia, alegoria, evolução, enredo e samba enredo.

Segundo dia de desfile no Rj, Veja o resumo.

                    
                        
Integrantes da Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) fazem oração aos feridos no acidente com o carro alegórico no primeiro dia de desfile, momentos antes do início do desfile desta segunda-feira, no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no centro do Rio.


Correspondente Rio: Demerval Freitas


Segundo dia de desfile

Primeira escola a entrar na Marquês de Sapucaí no último dia de desfiles, União da Ilha levou o candomblé para a avenida.

Com a responsabilidade de abrir o segundo dia dos desfiles das escolas de samba do grupo especial do Rio de Janeiro, a União da Ilha do Governador levou à Marquês de Sapucaí o enredo afro “Nzara Ndembu – Glória ao senhor do tempo” que traz uma mensagem de poética sobre o passado, presente e futuro da humanidade.

A escola de samba com 63 anos de idade foi fundada por três amigos que queriam o bairro da Cacuia, na Ilha do Governador representado no carnaval carioca. A escola nascida a partir de um time de futebol, o União, já passou por altos e baixos entre o Grupo Especial e Grupo A do carnaval do Rio, tendo sua reviravolta em 2009 com o samba campeão do grupo de acesso “Viajar é preciso”. Em 2017 vem com o enredo afro “Nzara Ndembu – Glória ao senhor do tempo” que traz uma mensagem de poética sobre o passado, presente e futuro da humanidade.

Nzara Ndembu – Glória ao Senhor Tempo



Dos bantos Nzambi, o criadorGiram ampulhetas da magiaSalve rei KitemboNzara Ndembu em poesiaPra dar sentido à vida, transformarNuma odisseia rasga o céu, alcança a terraSagrada é a raiz NzumbarandáKatendê, segredos preservaE avermelhou, Kiamboté nos fez caminharNa luta entre o bem e o mal, forjou Kiuá Senhores sagrados, irão celebrar Kukuana é fartura, natureza a festejar Ndandalunda a me banhar (me banhar)

Seiva que brota o chãoEm rituais de purificaçãoE no balanço da maré(da maré)Samba Kalunga nos trazDas profundezas peixes abissais. A chama ardente é fogo. O fogo que queima é paixãoÉ Nzazi fazendo justiçaNa força de um trovãoQue dita as leis do universo. E nos ensina a lição. Quando o sol beijou a lua.

                                    

Viu no céu inspiração Matamba soprou O vento levou pra Angola reinar. Plantou o amor. A árvore da vida é a vida que dá. Êh êh no girê, êh no girê. Macurá dilê no girá. É o tempo de fé, união.



O tambor da ilha a ecoar






A segunda escola a entrar na avenida a São Clemente não economizou no brilho e contou a história de um grande baile na Corte de Luís XIV, o Rei Sol, oferecido pelo então ministro do tesouro, Nicolas Fouquet. Nada passou despercebido pela comunidade: as cores, o castelo, as roupas dos nobres, os músicos e até os talheres da festança que ocorreu em fevereiro de 1653 no palácio Vaux-le-Vicomte.

                                        

A Mocidade aproximou a Sapucaí de Marrocos. Na avenida, a escola levou as tradições de Marrakesh, em cima do tapete de Alladin ou no barco de Simbad e personagens de “As Mil e Uma Noite”. O colorido mágico e luxuoso do Oriente encantou o público do início ao fim. A bateria não apenas ditou o ritmo, mas também caiu no samba. Tinha até coreografia. A rainha de bateria simbolizava Iemanjá.

Com todo seu estilo inovador, o sempre criativo Mestre André embala a bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel. Durante o desfile um acidente quase passou desapercebido, uma mulher, um dos destaques de um carro alegórico da escola, despencou de cima da alegoria. Segundo informações da escola, a mulher não teve ferimentos graves.

O ritmo da bateria de Mestre André é pioneiro nas clássicas paradinhas e na inclusão do surdo de terceira na formação, não à toa ficou conhecida como bateria Nota 10. Com um apelido nada sutil “Maracanã do samba”, a Mocidade Independente de Padre Miguel inaugurou oficialmente sua nova quadra à beira da Avenida Brasil. Em 2017, a escola leva para a Marquês de Sapucaí o enredo “As mil e uma noites de uma Mocidade pra lá de Marrakech”, cantando a cultura e as lendas dos reinados de mil e uma noites do país do norte da África.

As Mil e Uma Noites de uma Mocidade pra lá de Marrakesh



Em desfile dramático, a Unidos da Tijuca teve sua passagem pela Sapucaí com traços de tragédia. O topo do segundo carro da escola desabou sobre os integrantes, que ficaram presos na estrutura. Ao menos, 16 pessoas ficaram feridas (duas em estado grave). Devido ao acidente, a escola parou com menos de 10 minutos na avenida.

                                       

O carro do incidente representava o jazz e o carnaval de Nova Orleans, a alegoria tinha cerca de 3 metros de altura. Para contar a história da música norte-americana, a Tijuca contou em 28 alas e seis carros alegóricos. O desfile teve referências pop, com ícones da música como Elvis e Beyoncé, além de referências ao cinema e à cultura pop dos Estados Unidos.



Como um verdadeiro rio, a Portela fez o penúltimo desfile do Grupo Especial e fez bonito. Com uma tentativa de quebrar um jejum de 33 anos sem títulos, a escola apresentou as histórias e mitos da água doce na Sapucaí. A águia, símbolo da Portela, veio logo no início da apresentação. Majestosa, ela “tomava” conta de uma fonte de água portela passou como um rio pela Sapucaí, no penúltimo desfile do Grupo Especial. No segundo ano do carnavalesco Paulo Barros na escola, ela apresentou as histórias e mitos da água doce na tentativa de quebrar o amargo jejum de 33 anos sem títulos.

A comissão de frente representou a piracema, com componentes vestidos como peixes nadando em direção à nascente.
                                      
O quarto carro trocou os tons de azul pelo marrom, para recordar o Rio Doce e o desastre ambiental de Mariana em novembro de 2015.
Carros e fantasias jogaram água pela Sapucaí.
Os ritmistas da bateria vieram trajados como pescadores com Bianca Monteiro em sua estreia como rainha de bateria da escola.


A escola azul e branca contou com 3400 componentes em 31 alas. O carro abre-alas mostrou a "Fonte da vida", com uma mensagem de preservação das matas em torno das nascentes.


O segundo carro fez uma homenagem ao Rio Nilo, o mais extenso do mundo. Outro famoso rio, o americano Mississipi, foi lembrado em uma ala que botou um pouco de blues no desfile. Mas foi com samba, é claro, que a escola arrancou gritos de "É campeã!" no setor 1 da Sapucaí.




A última escola a se apresentar na Sapucaí, a Mangueira vai tentar o bicampeonato com toda a ajuda que puder conseguir, principalmente dos santos. Com o enredo “Só com a ajuda do santo”, a escola trouxe para a avenida uma mistura de diversas crenças e religiões para representar a religiosidade do brasileiro. Destaques para o carro alegórico que trazia São Jorge e o seu dragão, e para a bateria vestida de São Francisco de Assis.

                                        

Apesar da vibração da torcida, o carro alegórico que transportava a cantora Alcione teve problemas mecânicos e acabou abrindo um buraco na evolução da escola, o que pode custar alguns pontos e acabar com o sonho do bicampeonato.






Sempre uma das favoritas ao título do carnaval do Rio de Janeiro, a Estação Primeira de Mangueira encerrou com maestria e sem decepcionar o público que lotou as arquibancadas e os camarotes da Marquês de Sapucaí.

                                         

Criada por Carlos Cachaça, Cartola e Zé Espinguela, a Estação Primeira de Mangueira é vencedora de 18 títulos do carnaval do Rio, sendo a atual campeã do Grupo Especial. Comandados pela bateria Surdo Um, os ritmistas da verde e rosa eram embalados por Jamelão, principal símbolo da escola, intérprete até 2006. No carnaval 2017, a escola apresenta o enredo “Só com a ajuda do Santo”, sobre a forma com os brasileiros lidam com sua religiosidade.

Só com a ajuda do Santo

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Oscar 2017, vencedores.

           

Correspondente USA : Cezar Spechit 

Por um breve momento, os Oscars de 2017 pertenceram a La La Land , e então, no último minuto, Moonlight acabou ganhando o Melhor Filme. Em suma: La La Land foi erroneamente anunciado como o vencedor de Melhor Filme , e depois de alguns discursos abruptamente truncados e confusão geral, Moonlight , o verdadeiro destinatário, foi então anunciado como o vencedor.

Esse momento chocante será a coisa mais memorável sobre o 89º Oscar. Mas La La Landnão foi para casa de mãos vazias. Na verdade, foi o maior vencedor da noite, levando para casa seis prêmios, incluindo Melhor Diretor e Melhor Atriz.

Assista: Viola Davis's Oscar discurso de aceitação
 Declaração do vencedor iraniano Asghar Farhadi depois de vencer
Melhor filme

Moonlight , Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney (VENCEDOR)
Chegada
Cercas
Hacksaw Ridge
Inferno ou água alta
Figuras ocultas
La La Land
Leão
Manchester pelo mar
Luar
Melhor Diretor


Denis Villeneuve - Chegada
Mel Gibson - Hacksaw Ridge
Damien Chazelle - La La Terra
Kenneth Lonergan - Manchester pelo mar
Barry Jenkins - Luar


Melhor Ator em um Papel Líder


Casey Affleck - Manchester pelo mar
Andrew Garfield - Serra de Hacksaw
Ryan Gosling - La La Terra
Viggo Mortensen - Capitão Fantástico
Denzel Washington - Cercas


Melhor atriz em um papel principal
Reveja
02:16

Isabelle Huppert - Elle
Ruth Negga - Amoroso
Natalie Portman - Jackie
Emma Pedra - La La Terra
Meryl Streep - Florença Foster Jenkins


Melhor Ator Coadjuvante
Moonlight - Trailer # 1
01:57

Mahershala Ali - Luar
Pontes de Jeff - inferno ou água alta
Lucas Hedges - Manchester pelo mar
Dev Patel - Leão
Michael Shannon - Animais Nocturnos


Melhor atriz coadjuvante


Viola Davis - Cercas
Noamie Harris - Luar
Nicole Kidman - Leão
Octavia Spencer - Figuras Escondidas
Michelle Williams - Manchester pelo mar


Melhor Roteiro Original


Inferno ou água alta
La La Land
A lagosta
Manchester pelo mar
Mulheres do século XX


Melhor Roteiro Adaptado


Chegada
Cercas
Figuras ocultas
Leão
Luar


Melhor Edição de Filme


Chegada
Hacksaw Ridge
Inferno ou água alta
La La Land
Luar


Melhor filme estrangeiro


Um homem chamado Ove - Suécia
Land Of Mine - Dinamarca
O Vendedor - Irã
Tanna - Austrália
Toni Erdmann - Alemanha


Melhor Animação
Reveja
02:44

Kubo e as duas cordas
Moana
Minha vida como um abobrinha
A Tartaruga Vermelha
Zootopia


Melhor Cinematografia


Chegada
La La Land
Leão
Luar
Silêncio


Melhor Design de Produção


Chegada
Animais fantásticos e onde encontrá-los
Granizo caesar!
La La Land
Passageiros


Melhores efeitos visuais


Horizonte em águas profundas
Doutor Estranho
O livro da Selva
Kubo e as duas cordas
Rogue One: Uma história de Star Wars


Melhor maquiagem e penteado
Reveja
03:10

Um homem chamado Ove
Star Trek além
Suicid e Squad


Melhor mixagem de som


Chegada
Hacksaw Ridge
La La Land
Rogue One: Uma história de Star Wars
13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi


Melhor Edição de Som


Chegada
Horizonte em águas profundas
Hacksaw Ridge
La La Land
Manchar


Melhor Fantasia


Aliado
Asts fantásticos e onde encontrá-los
Florença Foster Jenkins
Jackie
La La Land


Melhor partitura original


Jackie
La La Land
Leão
Luar
Passageiros


Melhor Canção Original


La La Land - Audição
La La Land - Cidade das Estrelas
Moana - Até onde eu vou
Jim: A história de James Foley - a cadeira vazia
Trolls - não pode parar o sentimento


Melhor Documentário


Fogo no mar
Eu não sou seu negro
Vida, Animado
JO: Made in America
13º


Melhor Documentário Curto


Extremis
4.1 Milhas
Joe's Violin
Watani: Minha pátria
Os Capacetes Brancos


Melhor curta-metragem em directo


Ennemis Intérieurs
La Femme et le TGV
Noites silenciosas
Cantar
Timecode


Melhor Curta Animada


Blind Vaysha
Tempo emprestado
Cidra de Pêra e Cigarros
Pérola
Piper