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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Quem ganhará o Oscar de melhor ator? e as musicas ? veja os trailers.


O prêmio de melhor ator nesta 88ª edição do Oscar será decidido entre Leonardo DiCaprio (O regresso), Eddie Redmayne (A garota dinamarquesa), Matt Damon (Perdido em Marte), Bryan Cranston (Trumbo – Lista negra) e Michael Fassbender (Steve Jobs). Redmayne já levou o prêmio no ano passado por seu papel em A teoria de tudo, Matt Damon conquistou a estatueta de melhor roteiro original por Gênio indomável e Cranston é o único que disputa o Oscar pela primeira, enquanto DiCaprio e Fassbender já foram indicados, mas saíram de mãos vazias.
O caso de Di Caprio, aliás, é bastante notável, já que recebeu quatro indicações em anos anteriores, e nesta quinta oportunidade desponta como o favorito ao prêmio de melhor ator – e não só pela insistência, mas também por protagonizar desta vez um filme rodado em condições extremas. Além disso, a crítica já reconheceu seu trabalho concedendo-lhe o Globo de Ouro, o BAFTA e o prêmio do Sindicato de Atores. No entanto, apesar desse favoritismo, o resultado da votação para o maior prêmio do cinema continua indefinido. Os integrantes da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas têm até esta terça-feira para emitir seus votos, mas o ganhador só será anunciado na cerimônia do dia 28, em Los Angeles.

A GRANDE APOSTA

PONTE DOS ESPIÕES


BROOKLYN

MAD MAX: ESTRADA DA FÚRIA

PERDIDO EM MARTE

O REGRESSO

O QUARTO DE JACK

SPOTLIGHT: SEGREDOS REVELADOS



Você acha a cerimônia do Oscar longa demais? Então, saiba que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas está tomando medidas para mudar esta situação. Porém, alguém vai ter que pagar o pato...

Foi anunciado que somente três das cinco músicas indicadas ao prêmio de Melhor Canção Original serão apresentadas no evento. “Simple Song #3” (do filme Youth) e “Manta Ray” (de A Corrida Contra a Extinção) não terão performances ao vivo durante o Oscar deste ano.

Ou seja, a premiação só terá Lady Gaga cantando “Til It Happens To You” (do documentário The Hunting Ground), Sam Smith apresentando a nova música da franquia de James Bond, "Writing's On The Wall" (007 Contra Spectre), eThe Weekend com a canção “Earned It” (Cinquenta Tons de Cinza).

Apesar de não ter tempo para as apresentações das cantoras Sumi Jo e Antony Hegarty, a cerimônia terá espaço para um número especial comandado por Dave Grohl, líder da banda foo Fighters.

Apresentada por Chris Rock, a 88ª edição do Oscar vai acontecer no próximo dia 28.






    Lançamentos literários:O Vilarejo e Ovelha. Memórias de Um Pastor Gay


     

    O Vilarejo (Português) 

    por Raphael Montes (Autor)


    Em 1589, o padre e demonologista Peter Binsfeld fez a ligação de cada um dos pecados capitais a um demônio, supostamente responsável por invocar o mal nas pessoas. É a partir daí que Raphael Montes cria sete histórias situadas em um vilarejo isolado, apresentando a lenta degradação dos moradores do lugar, e pouco a pouco o próprio vilarejo vai sendo dizimado, maculado pela neve e pela fome. As histórias podem ser lidas em qualquer ordem, sem prejuízo de sua compreensão, mas se relacionam de maneira complexa, de modo que ao término da leitura as narrativas convergem para uma única e surpreendente conclusão.





    Ovelha. Memórias de Um Pastor Gay (Português) 

    por Gustavo Magnani (Autor)


    Este livro, estreia impressionante de um jovem e talentoso escritor, é o relato pecaminoso de um decadente. A história de um homem religioso e carismático, temente a Deus, mas amante insaciável de sua própria carne exótica, a carne de outros homens. Um pastor gay, casado com uma ex-prostituta, filho de uma fanática religiosa. Neurótico e depravado. E agora condenado. Internado no hospital, debilitado e com um segredo de uma tonelada nas costas, este personagem atormentado decide libertar-se de seus demônios e relatar seu drama. Num relato cru e sem censura, ele literalmente vomita seus trinta anos de calvário e charlatanice na cara da congregação (e de qualquer um que se interesse por um bom inferno). Sexo, paranoia, corrupção e destruição são os ingredientes tóxicos dessa obra provocante, polêmica e inovadora.


    sábado, 20 de fevereiro de 2016

    Tem brasileiro tocando no South By South West em 2016


    Far From Alaska, um dos artistas brasileiros no SXSW em 2016
    Tem artista brasileiro no South By South West 2016. E não é um só, esse ano são 12: O Terno, Far From Alaska, Cabezas Flutuantes, Clara Valente, Tempo Plastico, DESAMPA,Jéf, Folks, Planar, ruído/mm, Rubel e Jota Erre.

    Alguns deles já tem data e horário definidos para a apresentação, basta clicar nos links (no nome do artista, acima) para ver a programação de cada um no site oficial do festival.

    Comemorando

    "Eieieiei, estamos muito felizes (fracos do coração também) em anunciar nossa primeira tour norte americana que se inicia no incrível festival SXSW (Austin, TX)", postou o Far From Alaska em sua página no Facebook.

    Clara Valente foi outra que comemorou na rede social: "Geeeeente!!!!! Fui selecionada pro SXSW, um dos maiores festivais de música do mundo!!! Texas, here we go!!".

    O festival

    O South By South West (conhecido como SXSW) é o maior festival cultural alternativo do planeta, reunindo mostras de filmes, tecnologia, encontros, festas e palestras além de shows, em Austin, Texas (EUA). O evento teve sua primeira edição em 1987 e foi crescendo ano a ano. A edição de 2016 acontece de 11 a 20 de março.

    Festival de Berlim premia o retrato da Ilha de Lampedusa, destino de milhares de refugiados


    Gianfranco Rosi com o Urso de Ouro de ‘Fuocoammare’, ao lado da presidenta do júri, Meryl Streep.

    Foi a conclusão lógica de dez dias de cinema politizado e comprometido com os diversos males que sacodem o planeta. O Festival de Berlim premiou na noite de sábado o documentário Fuocoammare (que pode ser traduzido como fogo no mar), sexto filme do cineasta italiano Gianfranco Rosi, que passou mais de um ano em Lampedusa para descrever o afluxo maciço de refugiados à ilha, o dispositivo implantado pelas autoridades para acolhê-los e também as vidas dos habitantes do lugar.
    “Dedico este prêmio ao povo de Lampedusa, sempre acolhedor e com o coração aberto a outros povos”, disse Rosi ao receber o prêmio, acompanhado por um de seus protagonistas, o doutor Pietro Bartolo, que faz parte do pessoal de saúde que examina os refugiados. “Quando lhe perguntei por que Lampedusa é um lugar tão generoso, ele respondeu que é uma ilha de pescadores e que os pescadores sempre aceitam tudo o que chega pelo mar. Essa é uma grande lição para aprender”, acrescentou o diretor, que espera que seu filme contribua para abrir “as barreiras mentais” que observa no continente. “Não é aceitável que haja pessoas que morram cruzando o mar”, disse ele. Rosi já havia vencido o Festival de Veneza em 2013 com seu filme anterior, o documentário Sacro GRA.
    O prêmio foi anunciado pela presidenta do júri, Meryl Streep, que disse ter visto no filme “uma posição política, mas também arte e nuances”, além de demonstrar “o que um documentário é capaz de fazer: exigir um lugar diante de nossos olhos”. O documentário, que empresta o título de uma canção de marinheiros, também era o favorito da crítica, apesar de algumas reservas sobre a abordagem escolhida por Rosi. O diretor enfrenta duas realidades que roçam sem se tocar, além de dar uma importância excessiva a um pitoresco filho de pescador, personagem sedutor e quase neorrealista. Os imigrantes, no entanto, nunca falam.
    O júri soube recompensar os únicos filmes que se destacaram em uma seção oficial fraca e em alguns momentos indigna de um grande festival. O Grande Prêmio do Júri foi para Smrt u Sarajevu (Morte em Sarajevo), do bósnio Danis Tanovic, que reflete sobre a explosiva história dos Bálcãs a partir de uma peça de Bernard-Henri Lévy. O filme, um pouco empoeirado, mas hábil em seu cruzamento de pequenas histórias e com uma carga metafórica acertada, é ambientado durante o 100º aniversário do assassinato de Francisco Ferdinando da Áustria dentro de um hotel luxuoso e decadente na capital da Bósnia, que parece afundar à mesma velocidade que o país que o abriga.
    A melhor diretora foi a francesa Mia Hansen-Løve por L'Avenir (O Futuro), drama discreto sobre uma professora de filosofia abandonada pelo marido, interpretada por uma excepcional Isabelle Huppert, confrontada à necessidade de se reinventar e ao presente envenenado da “difícil liberdade”, sobre a qual discorreu Levinas. A jovem diretora, figura essencial do novo cinema francês, dedicou o prêmio à atriz: “Obrigado por sua confiança e por transferir sua inteligência e humor ao filme”.
    O prêmio de melhor ator foi para Majid Mastura, protagonista do tunisiano Hédi, retrato sensível de um jovem insatisfeito que sonha escapar de seu país, em conflito com o peso da família e de sua cultura, um filme que também recebeu o prêmio de melhor primeiro filme. A dinamarquesa Trine Dyrnholm foi eleita melhor atriz por The Commune (A Comunidade), de Thomas Vinterberg, um longa-metragem desigual e enganador, no qual se salva sua pungente interpretação de uma jornalista que perde o marido em pleno auge do amor livre nos anos setenta, suplantada por uma espécie de duplo mais jovem.
    A premiação também recompensou a radicalidade do cineasta filipino Lav Diaz, que recebeu o Prêmio Alfred Bauer, destinado a um trabalho que abra “novas perspectivas” para o cinema, por seu filme A Lullaby to the Sorrowful Mystery(Uma Canção de Ninar para o Mistério Triste), de oito horas de duração. Composto por um número quase infinito de vinhetas filmadas em plano fixo, o filme descreve a revolução filipina de 1896 contra o Governo colonial espanhol, explanando fatos históricos que não se aprendem nas escolas. Diaz dedicou o prêmio a “aqueles que acreditam que o cinema pode mudar o mundo”.

    sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

    Filme brasileiro concorre ao Oscar, veja o trailer em nosso blog

    Tem brasileiro no Oscar 2016. A animação "O Menino e o Mundo", de Alê Abreu, foi indicado ao Oscar de animação. O filme concorre com "Anomalisa", "Divertida Mente", "Shaun, o Carneiro" e "As Memórias de Marnie".


    Esperança brasileira na edição de 2016 do Oscar, a animação O Menino e o Mundo do diretor Alê Abreu faturou no domingo (7) o prêmio de melhor filme estrangeiro no Annie Awards.
    Realizado em Los Angeles, Califórnia, o Annie Awards é considerado um dos prêmios mais importantes no que diz respeito a filmes animados.

    O Menino e o Mundo é o primeiro filme brasileiro a ser indicado ao Oscar na categoria Melhor Animação. O filme concorre com produções como Anomalisa, Divertida mente, Shaun, o carneiro e Quando estou com Marnie.

    A cerimônia de entrega das estatuetas do 88º Oscar acontece no dia 28 de fevereiro.


    Sinópse

    Cuca é um menino que vive em um mundo distante, numa pequena aldeia no interior de seu mítico país. Certo dia, ele vê seu pai partir em busca de trabalho, embarcando em um trem rumo à desconhecida capital. As semanas que se seguem são de angústia e lembranças confusas. Até que, numa determinada noite, uma lufada de vento arromba a janela do quarto e carrega o menino para um lugar distante e mágico.

    Nosso filme nasceu como um grito contra o sufoco', diz diretor Alê Abreu.

    Filme concorre com 'Divertida mente'; cerimônia será no dia 28 de fevereiro.

    Os traços desta animação brasileira sugerem a ingenuidade, a infantilidade. O personagem principal é desenhado com um rabisco simples, em 2D, sobre espaços brancos remetendo a folhas de papel. A evolução do cinema animado tem sido cada vez mais associada ao desenvolvimento tecnológico, de modo que assistir a O Menino e o Mundo provoca uma surpresa. Enquanto as grandes produções buscam os traços realistas (como o cabelo ultra natural do príncipe de Shrek, ou a grande expressividade do robô Wall-E) para compor mundos mágicos, este filme faz o caminho inverso: usa traços que beiram o surreal para falar de um Brasil bastante palpável e contemporâneo.




    Crítica


    história, sabiamente contada sem palavra alguma (algo que pode facilitar a exportação do filme), mostra uma criança pobre cujo pai abandona a família para ir trabalhar em algum lugar distante. O cenário familiar é rural, mas o mundo para onde partem os adultos é o da cidade grande. Estes ambientes – personagens centrais à trama – ganham uma caracterização expressiva e inteligente: enquanto o campo é simbolizado por pequenos traços coloridos (referente à grama, à felicidade), a cidade é uma mistura cinzenta de pesadelo futurista (com favelas em formas de cones) e pastiche do capitalismo (outdoors, televisores por todos os lados). O trem que atravessa a fazenda nada mais é do que um monstro gigantesco, como uma serpente, que engole os adultos e depois desaparece no espaço branco, sem devolvê-los mais.


    Com um ritmo agradável, sem apelar para a montagem frenética das animações infantis hollywoodianas, o diretor Alê Abreu dedica-se a representar de maneira lúdica os espaços e as configurações do mundo contemporâneo. A exploração dos agricultores, a falência das fábricas, a tristeza dos tecelões, a precariedade dos artistas de rua, a falta de estrutura nas comunidades carentes, o regime militar... Tudo é retratado de modo a misturar o sonho (a bela música das favelas) com o pesadelo (os tanques de guerra, transformados em animais gigantescos). Os pobres são humanizados ao máximo, com a câmera próxima dos pequenos traços que representam os seus olhos tristes, já os poderosos estão escondidos atrás de tanques e veículos potentes.



    O Menino e O Mundo também impressiona pela mistura de técnicas, incluindo colagens, carros feitos por computador (representando a desigualdade social) e mesmo imagens em estilo documentário, de árvores sendo cortadas em florestas. Junto da trilha sonora de cunho social, composta pelo rapper Emicida, fica evidente a notável ambição deste filme de entreter ao mesmo tempo em que estabelece uma mensagem muito clara sobre a sociedade atual. Talvez as crianças não consigam entender todas as referências históricas, mas nem precisa: a simples sensibilização às desigualdades como mensagem central já é um tema raro e precioso em meio a tantas produções que preferem martelar na cabeça dos pequenos os mesmos valores de amor familiar.
    Esta acaba sendo uma produção triste, amarga, por trás do tom
    colorido da superfície. O Menino e o Mundo lembra produções como A Viagem de Chihiro ou O Mágico, de mestres da animação Hayao Miyazaki e Sylvain Chomet, que contrastaram muito bem o mundo idealizado da infância à vida embrutecida dos adultos. O tom de melancolia impregna este filme de excelente qualidade técnica, além de uma inventividade ímpar na representação dos espaços e do som (quer cena mais bonita do que o garoto guardando numa caixa a música tocada pelo seu pai?). Esta é uma produção capaz de divertir e suscitar a reflexão de crianças e adultos, por razões diferentes e em níveis distintos. Estas qualidades fazem de O Menino e o Mundo um filme muito mais complexo e rico do que os seus simples traços permitem imaginar.

    Fonte Adorocinema

    quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

    Aniversário do cantor e compositor Murilo Di Vangô. Parabéns de toda equipe Feysom.

    Murilo Batista dos Santos, nascido em Vila Isabel em 18/02/1949 e criado na Penha subúrbio do Rio de Janeiro. Estudou na Escola José Rucas onde se formou em: educação, perseverança, superação e sabedoria. Professores: Geraldo Batista dos Santos e Arlete Abreu dos Santos.

    Di Vangô, nome criado por ser um artista abençoado que soube esperar o tempo certo e lugar certo para realizar seus sonhos. Movido de muita alegria, começou na música aos 17 anos cantando em blocos carnavalescos. Aos 19 entrou no embalo da “Jovem Guarda cantando músicas de Roberto e Erasmo Carlos e outros... Mas o samba estava em suas veias. Di vangô é um “Eterno Sonhador” e busca os seus sonhos com o dom que Deus lhe deu. Um deles estava para acontecer.

    Histórias da vida de Murilo
    Entrevista de seu filho e de Murilo ao Fantástico.

    quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

    Cinema: Mundo cão, com Lázaro Ramos veja o trailer,



    Conhecido pelos bons moços que costuma interpretar na TV, Lázaro Ramos enfrenta o desafio de viver um psicopata em “Mundo Cão”, que estreia em 17 de março. No filme assinado pelo cineasta Marcos Jorge, ele interpreta Nenê, um ex-policial militar que prefere conviver com seus cachorros de estimação a lidar com pessoas. Em vídeo inédito, o ator conta que seu interesse pelo roteiro foi imediato. “Li em uma tarde, o que é um grande ponto positivo. Geralmente demoro para ler roteiros porque sou meio preguiçoso (risos). Ele é tão bem construído e é tão bom acompanhar essa história que fiquei interessado em participar”, afirma. Para assistir, clique no link: https://youtu.be/GGpw5Cifb40
    Uma das cenas eletrizantes mostra o embate entre Lázaro e Babu Santana, que vive o funcionário do Departamento de Combate às Zoonoses, e que foi responsável por recolher um dos cães de Nenê. É a partir deste fato que o suspense se desenvolve, levantando questões como vingança e justiça. “Ele é um vilão, um criminoso, um cara sem escrúpulos. Mas também tem suas complexidades. As pessoas são sempre mais complexas do que a gente pensa que elas são em um primeiro contato”, afirma o Marcos Jorge. As grandes reviravoltas na trama acentuam o clima de thriller psicológico do longa-metragem. “As viradas ajudam a pensar algo muito importante: a violência que nos atinge hoje sem a gente nem sentir. Assim, o filme pode contribuir nas discussões que a gente tem e que o cinema pode provocar”, conclui Lázaro.

    Mundo Cão

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      Cena Carrocinha -Paulinho Serra, Babu Santana e Antonio Ravan

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      Thaina Duarte - Mundo Cão

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      Marcos Jorge - Crédito - Gustavo Velho

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      Lazaro Ramos - Mundo Cão

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      Lazaro Ramos e Vini Carvalho

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      Babu Santana - Mundo Cão

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      Adriana Esteves - Mundo Cão

    Sinopse
    Santana (Babu Santana) é um funcionário do Departamento de Combate às Zoonoses que trabalha recolhendo cachorros perigosos das ruas, na época em que a lei que proíbe o sacrifício de animais sadios ainda não havia sido sancionada. Avesso a confusões, ele leva uma rotina tranquila com sua esposa e filhos até o dia em que seu caminho se cruza com o de um rottweiler. Por um mal-entendido, o dono do cão, Nenê (Lázaro Ramos) se indispõe com Santana e suas atitudes vão alterar completamente a vida dele e de sua família.
    Elenco
    Lázaro Ramos Nenê (Paulinho)
    Adriana Esteves Dilza
    Babu Santana Santana
    Milhem Cortaz Cebola
    Paulinho Serra Ramiro
    Antonio Ravan Banzé
    Thainá Duarte Isaura
    Vini Carvalho João
    Ficha Técnica
    Direção Marcos Jorge
    Produção Cláudia da Natividade e Iafa Britz
    Argumento e Roteiro Marcos Jorge e Lusa Silvestre
    Direção de Fotografia Toca Seabra, ABC
    Direção de Arte Valdy Lopes
    Figurino Cássio Brasil
    Som Direto Romeu Quinto
    Música Original Maurício Tagliari
    Montagem André Finotti

    Sobre Marcos Jorge
    Formado em jornalismo no Brasil e em cinema na Itália, Marcos Jorge tem mais 100 prêmios ganhos por seus filmes em diversos festivais. Em terras italianas, se dedicou às artes plásticas até retornar ao país em 2001. Aqui realizou curtas-metragens, escreveu o livro “Brasil Rupestre” e dirigiu o documentário “O Ateliê de Luzia”, além de diversos filmes publicitários. No âmbito da ficção, traz em seu currículo os filmes “Estômago” (2008), “Corpos Celestes” (2011) e “O Duelo” (2015). Em “Mundo Cão”, ele continua explorando o gênero do suspense em uma história de tirar o fôlego.


    Lázaro Ramos.

    Com estreia prevista para março de 2016