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sexta-feira, 13 de maio de 2016

“Ozzfest Meets Knotfest”: Ozzy Osbourne e Slipknot anunciam festival em parceria


Depois de ter sido reportado como “desaparecido”, após ser expulso de casa pela esposa, Ozzy Osbourne reaparece ao lado de Corey Taylor – e Sharon Osbourne! – para o anúncio de um festival em conjunto.
“Ozzfest Meets Knotfest” será o encontro dos festivais emcabeçados por Ozzy e pelo Slipknot. A festa vai acontecer nos dias 24 e 25 de setembro, no Anfiteatro San Manuel e no festival Grounds em San Bernardino, Califórnia.
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Mais de 40 atrações de metal participarão do festival, que terá o Black Sabbath como headliner da primeira noite e o Slipknot na segunda.
“Estamos aqui para fazer história e criar destruição. Que comece a loucura!,” disse Ozzy. “Queremos que esse seja o mais alto, maior e mais louco festival da Califórnia,” complementou Sharon.
“Essa poderá ser uma das coisas mais legais com a qual já me envolvi,” disse Corey Taylor. “Tocar com o Black Sabbath é sempre uma honra. Juntar os dois festivais será uma experiência lendária, que vai mudar a vida de todos os fãs. Estamos animados para juntar as famílias mais uma vez,” complementou Shawn “Clown” Crahan.
Disturbed, Megadeth, Opeth, Black Label Society, Children of Bodom, Hatebeed, Death Cross, Municipal Waste, Kataklysm and Nails, Slayer, Amon Amarth, Anthrax, Suicide Silence, Emmure e Butcher Babies já estão confirmados no line-up.

Fonte: portalrockline Mari Pacheco


segunda-feira, 9 de maio de 2016

Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank

Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank 


Sinopse
O mecânico atrapalhado Ratchet sonha em um dia integrar a equipe que protege a galáxia Solana. Ele faz um teste e não passa. No entanto, por forças maiores, ele é chamado para ajudar a salvar a galáxia das mãos do megalomaníaco Chairman Drek. Para isso, ele conta com a ajuda de um novo amigo, o robô Clank. Juntos, eles unem forças para impedir Drek de destruir os planetas do sistema.

Curiosidades

  • O filme é uma adaptação do game Ratchet & Clank, lançado em 2002.
  • Vários diretores badalados foram cotados para comandar a produção: Guillermo Del Toro, Joss Whedon, Jon Favreau, Michael Bay, Brett Ratner e James Gunn. Mas no fim foram escolhidos Kevin Munroe, de As Tartarugas Ninja - O Retorno (2007) e a estreante Jericca Cleland.
  • O roteirista da produção, T.J. Fixman, já assinou a trama de vários games de Ratchet and Clank.


Heróis da Galáxia traz a história de dois heróis improváveis que lutam contra um alienígena chamado Chairman Drek, que quer destruir todos os planetas da galáxia Solana. Ratchet é o último de sua raça -- um “lombax” que cresceu sem família, enquanto Clank é um pequeno robô com mais cérebro do que músculos.
Existe uma velha máxima entre os fãs de games de que um jogo licenciado de um em filme é inevitavelmente pior do que o longa que o origina (como os jogos baseados emTransformers e Jurassic Park, por exemplo). Com Heróis da Galáxia: Ratchet & Clank, a animação da Sony baseada em sua franquia exclusiva para o PlayStation, o clássico é invertido: pela primeira vez, o filme é pior do que o game.

Essa inversão de valores é ainda mais interessante quando se nota que a Insomniac, estúdio criador da franquia nos games, não apenas colaborou com a produção como várias de suas cenas aparecem tanto na animação quanto no jogo que a acompanha, lançado paraPlayStation 4 em abril. Mas o que funciona no ótimo game não dá muito certo no longa.

Ambos recontam a mesma história de origem da improvável dupla de heróis formada por Ratchet, o jovem Lombax (espécie de criatura felina bípede) que tem como sonho se tornar um dos Guardas Galácticos, grupo protetores da galáxia liderado pelo herói Capitão Qwark, a quem o protagonista idolatra. Seus sonhos são negados por Qwark, mas ele ainda tem uma oportunidade de salvar a galáxia ao trombar com o robôzinho defeituoso Clank, que escapou de ser eliminado pelos vilões Dr. Nefarious e Drek. Juntos, os dois partem em uma jornada para alertar os guardas do perigo.

A premissa do filme, de ter dois personagens fora do padrão superando expectativas e se tornando heróis, é muito mal executada. Primeiro, porque Ratchet passa longe de ser o adorável azarão prometido pela sinopse. Seu lado malandro existente nos games é exageradamente ampliado pela animação, o que o torna um personagem irritante e extremamente imprudente - a tentativa de transformar esta característica em algo adorável sai pela culatra desde os primeiros minutos do filme, quando o protagonista quase mata um inocente idoso ao tunar, sem permissão, sua nave espacial. Já Clank mal chega a ser explorado no longa, ficando no clichê do robô que aprende noções de amizade.

A relação entre Ratchet e Clank, algo vital para a saga como um todo - afinal, são heróis improváveis salvando a galáxia -, também é tratada de forma completamente superficial, com uma dúzia de diálogos engraçadinhos e poucos momentos em que não se tem a noção de uma forte amizade sendo estabelecida, de fato, entre os dois.

Ainda que faltem resoluções mais interessantes e uma relação mais profunda entre os personagens, a história consegue entreter em seus 90 minutos, com cenas de ação razoáveis e um roteiro que aproveita o humor autoirônico dos games. Apesar de não ter nomes tão estrelados quanto a versão original, que tem Sylvester Stallone, Rosario Dawson, John Goodman e Paul Giamatti, a dublagem brasileira é um achado, com piadas bem relacionadas à realidade brasileira.

Enquanto muitos filmes baseados em games falham por se distanciar demais do material original, Heróis da Galáxia está do outro lado do espectro. O excesso de fidelidade ao game - especialmente a um game que já está no mercado há um mês, e cuja montagem é enriquecida pelas partes em que você joga em vez de assistir -, não é o suficiente para sustentar uma história insossa movida por personagens que nunca vão além de suas frases de efeito.

Emicida em Poa 19/05

emicida (Foto: Divulgação/ Sesc de Sorocaba)


EMICIDA
PORTO ALEGRE, RS

quinta,19/05/2016, às 23h00Bar Opinião
Rua José do Patrocínio, 834 - 
Cidade Baixa, Porto Alegre - RS, Brasil

Leandro Roque de Oliveira, mais conhecido pelo nome artístico Emicida, é um rapper, repórter e produtor musical brasileiro. É considerado uma das maiores revelações do hip hop do Brasil nos últimos anos.



sábado, 7 de maio de 2016

Sorriso Maroto dia 14 de maio em Manaus


Sorriso Maroto se apresenta no dia 14 de maio em Manaus

Sorriso Maroto utilizou toda a ginga para conquistar o público de Manaus (Foto: Marcos Dantas/G1 AM)

Iniciou nesta segunda-feira (11) a venda de ingressos para o show do grupo Sorriso Maroto. Os cariocas se apresentam em Manaus no dia 14 de maio, no Studio 5 e trazem para a capital amazonense o show do projeto “Sorriso Eu Gosto Premium”.
O "Sorriso Eu Gosto Premium" possui repertório que visita as músicas inéditas do álbum "Sorriso Eu Gosto", além dos grandes sucessos dos mais de 17 anos de carreira.

CANTOR REINALDO AGITA A LAPA (RJ) DIA 13 DE MAIO

Referência quando o assunto é samba e pagode, o cantor e compositor Reinaldo, volta a embalar a Lapa na próxima sexta-feira, 13 de maio. O Paiol 08 é o palco escolhido para o artista que recebe toda segunda sexta-feira de cada mês, convidados que agitam o espaço promovendo um verdadeiro encontro de gerações.
A partir das 18h, as portas da casa se abrem para o público que poderá curtir o ritmo do grupo Sambaí. Nos intervalos, DJ Café toca o melhor da MPB e do samba embalando os amantes do ritmo para a apresentação do “Príncipe do Pagode”. No repertório, sucessos como Agora viu que me perdeu e chora , entre tantos outros que fizeram com que o artista conquistasse um número fiel de fãs, arrebatando o público em qualquer lugar onde quer que se apresente.

Um mês antes de morrer, Prince homenageou David Bowie, confira o player.


Prince tocou um versão de "Heroes", de David Bowie, na última noite em que se apresentou ao vivo, no dia 14 de abril, em Atlanta, nos EUA. Um registro deste momento está circulando em redes sociais e causa comoção, já que os dois ídolos pop morreram neste ano show realizado em Toronto, no Canadá, durante a turnê Piano & A Microphone, o cantor fez um cover de “Heroes”, apenas com sua voz e um piano.
 Confira um trecho da apresentação no player abaixo:



sexta-feira, 6 de maio de 2016

Jota Quest traz novo show para SP e revela: ‘Pode rolar som do Prince na turnê’

Jota Quest: PJ, Márcio Buzelin, Rogério Flausino, Marco Túlio e Paulinho Fonseca
Os mineirinhos do Jota Quest embalam festas no Brasil há pouco mais de duas décadas, mas seguem com os pés no chão e com tesão de bombar pistas.
“Bicho, quando a gente começou, agarramos todas as oportunidades que pintaram. Claro, o investimento em bandas pop rock era outro. Hoje, a gente se jogaria nos reality shows como o SuperStar e afins para mostrar nosso som para mais pessoas, sem dúvida”, conta o bem-humorado vocalista Rogério Flausino no papo por telefone com o Virgula.
Seguindo a mesma vibe dançante e com novo álbum cheio de participações pra lá de especiais, o Jota Quest inicia nova turnê“Pancadélico Tour 2016” contando que pretende dar bons momentos de curtição nas pistas para aliviar um pouco a tensão da crise brasileira. A trupe de Flausino toca em São Paulo neste sábado (07) , no Espaço das Américas.
Jota Quest com Anitta, DJ Hum e Os Gêmeos que participam do clipe “Blecaute” reprodução
No papo, Flausino fala sobre Prince, surpresas do novo show,  participações  especiais,  música em família, legado mineiro, letras que viram memes e por que o Jota Quest continua vivendo de folia e caos na moral. Confira.
Além da já anunciada versão de Stevie Wonder, o que podemos esperar ouvir de referências musicais do Jota Quest no show?
Flausino
 – A gente ensaiou “Higher Ground” do Stevie Wonder e pode rolar som do Prince na turnê. Se não pintar no show em São Paulo, deve rolar na turnê…
O Prince era uma grande referência do Jota Quest, né?Flausino – Muito. Cantei demais ‘Purple Rain’ na noite. O Jota tem essa onda de misturar, soul, black, funk, pop e o Prince é uma grande referência da música. Ele se foi muito cedo e tinha muito ainda a nos apresentar. No Programa ‘Música Boa’ (Programa da Multishow apresentado pela Anitta atualmente) a gente tocou um pouco de Purple Rain. Quando o Jota era banda de cover, a gente tocou muito ‘Kiss’.
No começo de carreira do jota Quest vocês tocaram muitos covers de outras bandas na noite até conseguir espaço para apresentar som autoral. Se o Jota Quest estivesse começando hoje participaria do SuperStar e reality shows  de bandas? Como você avalia a importância desses programas para a atual cena musical?
Flausino – 
Bicho, quando o Jota começou, agarramos todas as oportunidades que pintaram. Claro, o investimento em bandas pop rock era outro. Hoje, a gente se jogaria nos reality shows como o SuperStar e afins para mostrar nosso som para mais pessoas, sem dúvida.  As bandas precisam meter as caras e aproveitar essa vitrine.
O que você destaca no novo álbum “Pancadélico”?
Flausino – 
A gente fez esse ábum ainda melhor do que o último. O “Pancadélico” é um segundo tempo da volta do black, soul, funk, pop que caracteriza o Jota. Ele é ainda melhor que “Funky Funky Boom Boom” porque já é o segundo com o mesmo produtor americano Jerry Barnes e novamente a participação mais que especial do Nile Rodgers, além do baixista do Jamiroquai. Esse álbum é um pouco do espirito do Jota Quest em 20 anos de carreira. Dessa vez a gente colocou três canções, músicas mais lentas. Diferente do último.
Fala um pouco das participações do álbum
Flausino – 
Bem, pra começar a gente teve pela segunda vez o presente da participação do Nile Rodgers. O cara é fera e trabalhou com gente da pesada: MadonnaDavid Bowie, INXS, Duran-DuranMick Jagger solo e, mais recentemente, o Daft Punk em parceria com o Pharrel Williams. É um cara  gentil e musical. Ele sabe fazer música para cima e comunicativa, a cara do Jota Quest.
DJ Hum é um cara gente fina que a gente já vem se relacionando faz um tempo. Eu e meu irmão Wilson Sideral participamos da faixa ‘Motirô’ com o Thaide. No show, o DJ Hum vai colocar a turma pra dançar antes do nosso show. E ele sabe como ninguém deixar a vibe que a gente precisa nos shows.
Anitta é muito jovem, mas já cantava na noite e  tem que ser observada por todos com muito carinho. Velho, ela é muito afinada. Outra coisa, a Anitta começou no funk carioca, mas esse último álbum dela coloca ela na prateleira do pop para ser ouvido e curtido em todo o planeta. Além disso, ela se joga, trabalhadora pra c@*#@&ˆ. Agora ela está com programa próprio e está mostrando mais uma vez que canta tudo. Olha, Anitta não é passageira, viu? Ela sabe bem o que quer e está muito conectada na web e com o público. 
E o Jota Quest formado por homens casados e com filhos, vocês estão conectados com esse novo público de fãs de 15 a 20 poucos anos?
Flausino – 
(Muitos risos). Olha, eu nem sei responder bem isso. Eu acho que o Jota nunca pensou na idade de quem pode nos curtir. Foi natural. Os nossos últimos álbuns foram pra cima. Voltamos para a nossa ‘gema’. E isso deve de certa forma ter nos conectado novamente com jovens. Mas você tem razão. Sou pai de dois filhos e minha rotina já é mais responsável. Mas, sabe, a gente não perdeu a conexão com nosso lado jovem e também se dá muito bem com aquele cara que curte baile e leva a família, saca mano?
Falando em família, você tem uma relação musical muito forte com os seus irmãos, né?
Flausino – 
Sim. O Sideral sempre foi um parceiro. Nesse novo álbum do Jota, ele voltou com tudo assinando co-autoria em “Blecaute” e “Beijos de Paris”. A “Pra Quando Você Se Lembrar de Mim” é inteiramente dele e já tinha gravado, mas a gente tinha que regravar. É maravilhosa. A gente também tem o projeto de shows cantandoCazuza. Fazemos isso para prestar homenagem e se divertir juntos. É sempre muito bom estar com ele. O Landau é um cara mais diferente musicalmente. Curte deMetallica e Raul Seixas no jeitão dele. Sempre que é possível a gente arma coisas juntos.
O Jota Quest já cantou  “fácil, extremamente, fácil pra você e eu e todo mundo cantar junto” e agora diz que “a vida não está mais fácil pra ninguém”. Esse trocadilho é intencional? O que mudou no Jota Quest nesse tempo de uma música para a outra?
Flausino – 
Cara, que curiosa essa pergunta. A gente não mudou muito. Seguimos otimistas com astral elevado e querendo divertir a galera. No Brasil, já passamos por muitas crises e devemos passar por outras. Lá fora também há problemas. O lance é saber sair da crise. Voltando as letras, a gente virou meme na web com a letra de “Fácil”. A turma manda perguntar para o Jota Quest quando que vai ficar “fácil, extremamente fácil” (risos). A poética dessa música é justamente o contrário. “Um dia feliz, ás vezes é muito raro”. Eu quero uma canção fácil pra gente cantar junto porque é mais gostoso, o dia fica mais legal, mais leve. Mas aí as pessoas usam a letra como jargão para tudo.
Rogerio Flausino
Já “A Vida Não Está Fácil Pra Ninguém” abre o novo álbum. A letra é uma parceria com Arnaldo Antunes e o Nile Rodgers toca guitarra. Ela abre o show convidando a galera. Trata-se de um cara chamando uma mina pra trazer as amigas pra dar um rolê e pra ficar relax já que a vida não está fácil pra ninguém. Há uma diferença de tempo, mas o bom astral do Jota está presente nas duas fases. A gente tenta fazer nossa parte com alegria.
E faz a parte de vocês de diferentes formas. No Facebook vocês estão leiloando uma guitarra autografada para ajudar o garoto Romerinho, né? Fala sobre isso.
Flausino –  
Romerinho é um garoto incrível. Ele sofre de Leucemia Linfoide Aguda (LLA).  Para conseguir manter o tratamento, uma turma na internet lançou a campanha #SomosTodosRomerinho, que busca arrecadar fundos para o tratamento do garoto nos Estados Unidos. O custo previsto é de US$ 250 mil, aproximadamente R$ 1 milhão. Aí a gente armou esse leilão da guitarra na internet. Claro que a gente fez uma doação também, mas muita gente se interessou em ajudar e dizia que o assunto tinha rodar pra todos ajudarem. Entra lá no Facebook e faz um lance. A gente vai levantar essa grana pelo moleque. É um negócio raro. Difícil.
Voltando para a música, vocês sempre tiveram essa pegada funk pop e talvez não fique evidente a influência das bandas de Minas Gerais. Essa influência existe? O que tem na água de Minas Gerais para ser um Estado tão musical?
Flausino – 
Ah, existe muita coisa. Eu sou fã pra @•&#  da obra do Clube da Esquina e do Milton Nascimento. Os caras do Skank são demais. Eu teria que ficar um tempão aqui te falando das músicas desses caras que eu adoraria ter composto. Apesar da sonoridade diferente, eu acho que a turma de Minas Gerais tem em comum o jeitão de ficar quietinho, na boa, tentando tirar o melhor das situações. O Jota Quest é um pouco menos quietinho e adoramos fazer barulho e usar roupa colorida, mas a gente é muito mineirinho na onda de levar boas vibrações.
SERVIÇO
O show de abertura será do paulistano DJ Hum
A turnê é baseada no repertório do álbum, “Pancadélico” (Sony Music), com colaborações de Nile Rodgers, Anitta, Arnaldo Antunes e Stuart Zender (ex-Jamiroquai). A banda apresenta as novas músicas: “A Vida Não tá Fácil pra Ninguém”, “Sexo e Paixão”, “Mares do Sul”, “Sendo Assim”, “Um Dia pra Não se Esquecer” e o sucesso “Blecaute”.  A banda ainda homenageia Stevie Wonder com uma versão do clássico “Higher Ground” e toca seus maiores hits como “Na Moral”, “Só Hoje”, “Dentro de um Abraço”, “Fácil” e “Encontrar Alguém”, entre outros. No palco, os telões de alta definição, terão entre outras programações visuais, animações criadas a partir das artes dos grafiteiros OsGemeos, que assinam a capa do álbum. A direção visual está a cargo do Mir Estúdio de Tecnologia Criativa, de Belo Horizonte.
 Show: Jota Quest – “Pancadélico Tour”
Data: 07 de maio (sábado)
Horário: 23h
Local: Espaço das Américas
Endereço: Rua Tagipurú, 795 – Barra Funda
Fonte:virgula.uol - Por Alexandre de Melo