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quarta-feira, 20 de julho de 2016

Nelson Rufino no Reanascença RIO-RJ

Bossa do Samba convida Nelson Rufino


Nelson Rufino O Grupo Bossa do Samba se apresenta dia 24/7, às 17h, no Renascença Clube. O convidado especial é Nelson Rufino vindo diretamente da Bahia. O público vai poder desfrutar de muito samba, bossa nova, choro, MPB, funk, soul e balanço. E com Nelson Rufino, àquelas melodias que tem a “levada baiana”.

Compositor. Cantor.

Compositor requintado, suas melodias têm a levada baiana e suas letras encampam o universo carioca.
Em 1962 veio pela primeira vez ao Rio de Janeiro para tentar a carreira de jogador de futebol, treinou em dois times cariocas, mas a saudade bateu mais forte. Voltou para a Bahia com sua primeira composição no bolso “Bahia, meu primeiro travesseiro”,

Dados Artísticos
Oriundo da Escola de Samba Filhos do Tororó, em 1965, compôs seu primeiro samba enredo "Portais da Bahia", com o qual a escola foi campeã.
Sua primeira música gravada foi "Alerta mocidade", por Eliana Pittman, em 1970. Um ano depois, ganhou o primeiro festival de samba do Bloco Apaches do Tororó, com o samba "Blusão do ano passado".
Em 1975, Alcione (...)
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Obras

  • A mulher que eu gostei (c/ Marquinhos Satã)
  • A verdade dos seus olhos
  • Alerta mocidade
  • Amado, Jorge Amado (c/ Liete de Souza e Roberto Ribeiro)
  • Amuleto da sorte
  • Aruandê (c/ Edil Pacheco)
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Discografia

  • (2013) Minha Vida • Universal Music • CD
  • (2013) Minha Vida • Universal Music • DVD
  • (2009) Tempo e vida • Independente • CD
  • (2004) Cadê meu amor • Atração • CD
  • (2000) A verdade de Nélson Rufino • Som Livre • CD
  • (1998) Diplomacia • EMI-Odeon • CD
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GRAMADO(RS) APRESENTA A 44ª EDIÇÃO DO SEU FESTIVAL DE CINEMA 2016

Festival de Cinema de Gramado

Saudada pelo secretário de estado da cultura Vitor Hugo como uma "cidade que faz bem à cultura e ao turismo do Estado", Gramado prepara sua nova festa do cinema preocupada, claro, com os realizadores latinos e brasileiros, mas também com sua própria população. "É uma grande responsabilidade sermos os norteadores dessa referência que Gramado é como modelo de festival de cinema, mas também temos a missão de deixar os gramadenses ainda mais próximos desse evento do qual sempre foram anfitriões ao longo de mais de quatro décadas", ressaltou o diretor de eventos da Gramadotur e coordenador geral do evento Enzo Arns. Ele reforçou ainda mais uma realização da noite especial da programação que traz a exibição dos filmes produzidos no Educavídeo, projeto que usa o cinema como ferramenta de ensino entre os alunos da rede pública da cidade.



De 26 de agosto a 03 de setembro, os holofotes do cinema brasileiro e latino estão em Gramado com mais uma edição do tradicional Festival de Cinema da cidade. A 44ª edição do evento promete - e muitas das novidades do que será apresentado na Serra Gaúcha foram reveladas hoje (20), na coletiva de lançamento realizada na Cinemateca Capitólio, com a presença de autoridades, curadoria, comissão organizadora, imprensa e público em geral.
Apresentando o conceito da edição deste ano, o diretor artístico Edson Erdmann revelou que a ideia da 44ª edição é tornar protagonista da festa todo e qualquer participante do evento. "Este conceito está não apenas no visual e na programação, mas nas próprias conexões que estabelecemos e vamos firmar daqui para frente. Um exemplo desse relacionamento ampliado é o Festival de Sundance, que marcará presença em Gramado com uma comitiva de diretores, atores e compradores", adiantou. Ainda expandindo o protagonismo em suas mais diferentes frentes, o Festival revelou os 24 concorrentes do Prêmio Mostra Assembleia Legislativa - Mostra Gaúcha de Longas, que, nesta edição, tem a novidade de dar maior voz aos realizadores gaúchos com um dia extra de exibição para os filmes realizados no Rio Grande do Sul.
Já com dois grandes nomes confirmados para suas homenagens (enquanto Sonia Braga recebe o Oscarito, Tony Ramos é o ator celebrado com o troféu Cidade de Gramado), o evento serrano apresentou os seis títulos brasileiros que concorrem ao evento, todos inéditos no circuito de festivais brasileiros, com uma seleção que busca a democratização do cinema. "Queremos que o diálogo através dos filmes seja sempre muito aberto em Gramado, tanto com crítica quanto com público", defendeu o curador Marcos Santuario. Seguindo a mesma linha, o também 
Coletiva-de-Imprensa-014-CL.jpgcurador Rubens Ewald Filho destacou um dos pontos mais reveladores da seleção: "Esse é o ano das comédias, e precisamos deixar de ter preconceito com o gênero. Todas sim obras de humor com qualidade. Foi a seleção mais prazerosa de se fazer dos últimos anos". 
Entre os filmes estrangeiros selecionados, é possível encontrar um panorama plural do que é realizado atualmente na América Latina, já que nove países estão representados na competição, muitos deles em coproduções. "Esse cinema que apresentamos em Gramado é uma porta que a curadoria abre para reforçar públicos e mercados que o Brasil pode e deve se aproximar", avalia a curadora Eva Piwowarski. O Festival de Cinema de Gramado acontece de 26 de agosto a 03 de setembro.
44º FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO PRORROGA INSCRIÇÕES PARA AS MOSTRAS COMPETITIVAS BRASILEIRAS E LATINA

HISTÓRIA DO FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO

"E foi lá do fundo, perto da cortina, que ouvi alguém no palco anunciar que 'O Homem da Capa Preta' era o grande vencedor do Festival de Cinema de Gramado... 12 de abril de 1986. Se todas as noites fossem iguais àquela, que maravilha viver!" - Sérgio Rezende
A trajetória do Festival de Cinema de Gramado acompanhou todas as fases do cinema nacional. “Se olharmos para a história do Festival, podemos saber como foi o nosso Brasil e o nosso cinema nos últimos 40 anos", atesta o diretor Fernando Meirelles. Em 1992, com a internacionalização, o evento também passou a fazer um panorama da produção ibero-americana, ampliando seus horizontes cinematográficos. Agora, fortalece a cada ano o título de maior festival de cinema ininterrupto do Brasil, sempre se adaptando a novas tendências do audiovisual e trazendo os novos olhares de um cinema brasileiro contemporâneo e em constante mudança.
Mesmo com as necessárias mudanças, a essência permanece, já que, em quatro décadas, o Festival de Cinema de Gramado foi palco de momentos significativos para a história e a afirmação da arte cinematográfica no país. Tudo começou em 1973, quando o evento foi oficializado pelo Instituto Nacional de Cinema. A primeira edição, que surgiu da união da Prefeitura Municipal de Gramado com a Companhia Jornalística Caldas Júnior, a Embrafilme, a Fundação Nacional de Arte e as secretarias de Turismo e Educação e Cultura do Estado, aconteceu de 10 a 14 de janeiro de 1973, já com a disputa pelo Kikito, o “Deus da Alegria”, cuja estatueta foi criada por Elizabeth Rosenfeld, grande incentivadora do artesanato gramadense.
As primeiras edições, realizadas no verão, foram marcadas por sensacionalismo, nudez e crise de estrelas que buscavam fama e reconhecimento na serra gaúcha. Com a chegada dos anos 1980 e o aprimoramento das discussões sobre arte e cultura nos diversos espaços, o evento conquistou o título de um dos maiores do gênero no País. Já no início dos anos 1990, com a posse do governo de Fernando Collor, o Brasil presenciou um processo de quase extinção da cinematografia nacional. Para sobreviver, o Festival se tornou internacional, já com uma edição ibero-americana. Realizada entre 15 e 22 de agosto de 1992, teve filmes da Venezuela, Peru, México, Portugal, Brasil, Argentina, Chile, Espanha, Cuba e Colômbia. A nova fórmula internacional, inédita no Brasil, foi aprovada, dando novo significado ao evento, agora com sua data fixada sempre na primeira quinzena de agosto.
Com o Festival de Cinema de Gramado, a serra gaúcha se tornou palco de debates e importantes encontros entre artistas, realizadores, estudantes, pesquisadores de cinema, imprensa e público em geral. Importantes nomes do cinema nacional e ibero-americano foram celebrados com Kikitos ou homenageados com troféus como o Oscarito, Eduardo Abelin, Cidade de Gramado e Kikito de Cristal. Othon Bastos, José Wilker, Sônia Braga, Lucélia Santos, Fernanda Torres, Marieta Severo, Hugo Carvana e Marília Pêra são alguns dos atores que têm o Kikito em casa. Em nível internacional, Pedro Almodóvar, Juan José Campanella, Javier Bardem, Marisa Paredes e Norma Aleandro já foram consagrados.
Mais recentemente, na sua edição de 40 anos, realizada em 2012, o Festival se reinventou com um perfil mais democrático e inúmeras mudanças, onde a figura do presidente deixou de existir e as entidades de cinema ganharam maior participação. Outros fatores foram fundamentais na construção da nova fase do Festival de Gramado, como a volta da exibição dos curtas gaúchos no Palácio dos Festivais e ingressos mais baratos para todas as exibições. Em 2014, a Gramadotur, autarquia municipal responsável pela realização dos eventos públicos de Gramado, passa a estar à frente do evento, conferindo mais transparência ao Festival.

terça-feira, 19 de julho de 2016

O melhor DJ carioca, Junior Oliveira, ataca de MPB.




Junior de Oliveira 

Carioca do bairro de Vaz Lobo tem o DNA da boa música desde os 5 anos de idade quando já batucava nas rodas de samba que aconteciam com frequência no quintal de sua avó, Dona Elane, esposa do saudoso Silas de Oliveira, maior compositor de samba enredo de todos os tempos.
Integrante desde o início da tradicional roda de samba Moacyr Luz e o Samba do Trabalhador, Junior, além de ser apaixonado pela percussão agora está prestes a voar mais alto tocando de DJ nas melhores rodas de samba carioca. Apesar da intimidade com o toca discos desde a sua adolescência, mixando funk tradicional e charme, somente agora ele resolveu investir com afinco nas mesas de mixagens colocando o público para dançar ao som de Tim Maia, Elis Regina, Jorge Ben, Bebeto, Gilberto Gil, Djavan, Chico Buarque, dentre outros feras da música popular brasileira. Tocou no Mafuá no Quintal, Cabeça Branca, Candiá e no Jacutá do Samba. Atualmente toca no Arrasta Povo.
Resumidamente Junior é apaixonado por música e com muita vontade de brilhar em todas as pistas pelo Brasil.

Uma coletânea dupla em homenagem ao centenário do samba.



Tenha sido no Rio de Janeiro ou na Bahia, dependendo da visão de cada pesquisador musical, o samba nasceu em data imprecisa. Contudo, para efeitos oficiais, o  gênero veio ao mundo em 26 de novembro de 1916, dia em o compositor carioca Ernesto Joaquim Maria dos Santos (1890 - 1974), o Donga, registrou na Biblioteca Nacional o amaxixado samba Pelo telefone(Donga e Mauro de Almeida), de autoria controvertida. É por isso que o centenário do samba é festejado oficialmente neste ano de 2016. É por isso também que, de olho na efeméride e no público estrangeiro que chega em breve ao Rio por conta dos jogos olímpicos, as gravadoras já começam a despejar no mercado fonográfico lançamentos alusivos ao centenário do ritmo.


Uma coletânea dupla - cujos dois volumes são vendidos de forma avulsa - está sendo lançada neste mês de julho em edição da Universal Music. Os discos Samba 100 vol. 1 e Samba 100 vol. 2 agregam, juntos, 35 gravações do gênero nas vozes de bambas de várias gerações. Inexistentes nas capas das edições digitais já à venda no iTunes, mas destacados nas imagens dos discos postos em pré-venda nos sites de lojas físicas, os subtítulos de cada volume são imprecisos como a verdadeira data de nascimento do samba.


O do volume 1, por exemplo, De Donga a Jobim, não se justifica, já que a seleção deste primeiro disco inclui gravações feitas após o aparecimento de Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994) como a de Argumento (Paulinho da Viola, 1975) na voz de Beth Carvalho, a de O mar serenou (Candeia, 1975) na voz de Clara Nunes (1942 - 1983) e a de Mas que nada (Jorge Ben Jor, 1963) na voz e no violão revolucionário do autor Jorge Ben.

O subtítulo do volume 2, De Cartola a Caetano, tampouco é preciso. Afinal, Cartola (1908 - 1980) foi redescoberto nos anos 1960, mas as origens da obra do compositor carioca remontam ao final da década de 1920.


Conceitos elásticos à parte, a seleção do segundo volume inclui Mineira (João Nogueira e Paulo César Pinheiro, 1975) na voz do autor João Nogueira (1941 - 2000), E vamos à luta(Gonzaguinha, 1980) com Alcione, Na batucada da vida (Ary Barroso e Luís Peixoto, 1934) em interiorizada interpretação de Elis Regina (1945 - 1982) e No mistério do samba (Joyce Moreno, 2014), em gravação recente, lançada há dois anos por Maria Rita.

fonte G1

segunda-feira, 18 de julho de 2016

MAXIMUS FESTIVAL ACONTECE EM SÃO PAULO, EM INTERLAGOS

Destaque Release Maximus

Informações


Data: 07 de setembro, quarta
Local: Autódromo de Interlagos (Av. Sen. Teotônio Vilela, 261, São Paulo – SP)
Horário: das 12h30 às 23h00.
Maximus Festival trará 3 palcos, em Interlagos, onde os fãs terão a experiência de estar em um festival de padrão internacional. Serão mais 12 horas, com 11 bandas internacionais e 5 nacionais se revezando nos três palcos montados para o Festival, além de incríveis opções de entretenimento, gastronomia e diversão.
No palco Maximus, se apresentarão o headliner Rammstein, oDisturbed, que volta ao Brasil no seu auge, e mais três bandas norte-americanas, todas expoentes contemporâneos do gênero: Hellyeah,Halestorm e Hollywood Undead.
No palco Rockatansky, o público irá conferir a performance de um dos maiores ícones do hard rock, o norte-americano Marilyn Manson e os galeses do Bullet for My Valentine. Completam o line up os norte-americanos Black Stone Cherrye Shinedown, a banda finlandesa Steve ‘n’ Seagulls, além da brasileira Doctor Pheabes. Os dois palcos terão shows intercalados, para que o público não perca nenhuma das atrações.
O terceiro palco, o Thunder Dome, receberá os ingleses do RavenEye, além de quatro bandas brasileiras: Project 46Farfrom AlaskaWoslom eEgo Kill Talent.


domingo, 17 de julho de 2016

Martinho canta com Criolo em disco de músicas inéditas que traz Donato.



Martinho da Vila vai lançar disco com músicas inéditas neste segundo semestre de 2016. O álbum se chama De bem com a vida e traz convidados como o rapper Criolo, o compositor e pianista João Donato e o cantor e compositor Jorge Mautner. Filho de Martinho, Preto Ferreira assina com André Midani a produção do disco, previsto pela gravadora Sony Music para chegar ao mercado fonográfico em 26 de agosto. Uma das músicas inéditas do disco,Escuta, cavaquinho, inaugura a parceria de Martinho com o poeta e compositor Geraldo Carneiro.



Cantor e compositor fluminense revelado na era dos festivais dos anos 1960, dono de obra fundamental no processo de popularização do samba na década de 1970, Martinho não fazia disco com músicas novas desde 2007, ano em que lançou o álbum Do Brasil e do mundo. O último CD do artista, Enredo, saiu em 2014 com regravações de sambas-enredo compostos por Martinho para o Carnaval de agremiações como a Unidos de Vila Isabel.

sábado, 16 de julho de 2016

Projeto 'Portela de Asas Abertas' recebe sambistas de São Paulo hoje.

Projeto 'Portela de Asas Abertas' recebe sambistas de São Paulo no próximo sábado




Grupo Tudo Azul Paulistano vai tocar repertório de discos históricos em roda acústica

Os músicos e integrantes do Núcleo de Resistência e Pesquisa Tudo Azul Paulistano serão as atrações da próxima edição do projeto 'Portela de Asas Abertas', que está acontecendo hoje, a partir das 14h, na quadra da Portela. Na ocasião, o grupo, que foi convidado pelo departamento cultural da agremiação, vai promover uma grande roda de samba acústica em que homenageará três discos clássicos que exaltam a escola e compositores da Velha Guarda. São eles: "Tudo Azul" (2000), que deu origem ao nome do Núcleo; "Portela: Passado de Glória" (1970), produzido por Paulinho da Viola; e "Monarco - Terreiro" (1980).

"Todos estão muito eufóricos. Será nossa primeira vez na quadra da Portela. Então, não tem outro assunto entre nós nos últimos dias. Todos estão muito ansiosos para este evento", revela Rodrigo Almeida, um dos cavaquinistas da turma, que também adianta como será a roda de samba: "Depois de tocarmos o repertório destes três discos fundamentais, vamos resgatar obras de compositores como Candeia, Catoni, Chico Santana e outros."

Para Rogério Rodrigues, diretor cultural da Portela, a próxima edição do 'Asas Abertas' representa mais um capítulo importante na relação entre a Portela e o estado de São Paulo, que é antiga, como ele explica. "Sabemos que os integrantes do Tudo Azul estão muito ansiosos para se apresentar na Portela. Esperamos que todos os portelenses compareçam. Esse nosso intercâmbio é muito importante. E vale lembrar que essa relação da Portela com São Paulo é antiga. Natal da Portela nasceu em Queluz, no Vale do Paraíba. Paulo da Portela, Heitor dos Prazeres e Cartola iam com frequência à capital paulista participar de programas de rádio. Outro fato importante é que uma das mais antigas afilhadas da Portela, por exemplo, é a escola Nenê de Vila Matilde. Por isso, é natural que o primeiro Consulado da Portela tenha sido fundado em terras bandeirantes, que o primeiro projeto do Portela Cultural fora do Rio seja em São Paulo e que grupos como o Tudo Azul estejam presentes em Madureira. Outro exemplo dessa parceria foi a presença do Tuco Pellegrino, da nova geração do samba de São Paulo, abrindo o show 'A Noite Veste Azul' em homenagem aos 115 anos de Paulo da Portela".

Criado por apaixonados por samba de raiz, o Tudo Azul Paulistano tem como objetivo, principalmente, preservar a memória de compositores ligados às escolas de samba do Rio e de São Paulo, bem como cultivar o samba de terreiro de um modo geral. No sábado, a turma promete desembarcar em Madureira com uma caravana de mais de 50 pessoas.

Além de Rodrigo Almeida no cavaco, o grupo conta com Everton (cavaco), William (cavaco), Serginho Dusete (violão 7 cordas), Bide (repique de anel), Ronaldo (tamborim), Rafael (tamborim), André (tamborim), Léo José (percussão geral), Lao Gomes (surdo e agogô), Cabelo (surdo e agogô), Ademir (cuíca), Feio (pandeiro), Bellini (pandeiro), Maila (canto) e Carla (canto). Vale lembrar que a roda de samba será nos moldes tradicionais (sem microfones), com músicos e cantores no meio da quadra e cercados pelo público, como sempre acontece no 'Portela de Asas Abertas'. Livretos com as letras dos sambas do repertório serão distribuídos.


Fonte "O batuque"