Vin Diesel volta a interpretar papel de sucesso nos cinemas
A Paramount definiu a data de estreia de xXx: The Return of Xander Cage, o terceiro filme da série Triplo X. Vin Diesel e suas tatuagens voltam ao cinema, nos EUA, no dia 20 de janeiro de 2017.
O longa tem D.J. Caruso (Paranoia, Eu Sou Número Quatro) na direção e roteiro de Michael Ferris e John Brancato. Além de Diesel, o elenco conta ainda com Donnie Yen, Nina Dobrev,Rubi Rose, Toni Collette, Tony Jaa, Deepika Padukone, Samuel L. Jackson e o lutador de UFC Conor McGregor.
Antes de começar a gravar Velozes e Furiosos 8,Vin Diesel reprisará outro papel em que também fez sucesso. O ator vem trabalhando nas gravações do terceiro filme da franquia Triplo X.
A sequência já está sendo gravada, e contará com Xander saindo de um exílio auto imposto, para enfrentar um guerreiro alfa chamado Xiang. Para enfrentá-lo, o personagem de Diesel terá que encontrar uma arma imparável, conhecida como “Caixa de Pandora”. Para tal missão, ele recrutará um novo time.
Esse será o primeiro longa da franquia desde Triplo X 2 – Estado de Emergência, lançado em 2005.
Intitulado originalmente como xXx: The Return Of Xander Cage, a produção terá em seu elenco nomes como Samuel L. Jackson, Nina Dobrev, Ruby Rose e Deepika Padukone.
A série de shows faz parte do projeto Nivea Viva!, em homenagem ao rock nacional e as apresentações começam em Porto Alegre e seguem para o Rio, Recife, Fortaleza, Salvador, Brasília e São Paulo
Um dos gêneros mais prolíficos do Brasil receberá uma homenagem à altura em Porto Alegre. Um supergrupo formado por Paralamas do Sucesso, Paula Toller, Nando Reis e Pitty subirá ao palco em 3 de abril para cantar sucessos do rock nacional – o local exato do show não está confirmado.
A apresentação, que será gratuita, faz parte do projeto Nivea Viva, que já trouxe à Capital tributos a Tim Maia, Elis Regina, Tom Jobim e ao samba. Além de Porto Alegre, Rio, Recife, Fortaleza, Salvador, Brasília e São Paulo recebem shows.
A turnê foi anunciada em coletiva de imprensa na manhã desta terça-feira, em São Paulo, com a presença dos astros e de Liminha, produtor musical responsável pelo projeto. Segundo ele, a escolha pelo rock era inevitável, já que a proposta é homenagear marcos da música nacional. Para o produtor – que também subirá ao palco para tocar baixo – os anos 1980 deverão receber maior atenção, devido ao sucesso que o rock nacional fez neste período.
– Não vamos contar só a HISTÓRIA da música, mas também a história do Brasil – corrobora Nando Reis, empolgado com os shows e com a amplitude das apresentações.
NA MADRUGADA DO DIA 22 DE FEVEREIRO, QUASE DUAS SEMANAS APÓS O CARNAVAL NOS CHEGA A TRISTE NOTÍCIA DO FALECIMENTO DO FERA DA PERCUSSÃO MESTRE TRAMBIQUE, EM DECORRÊNCIA DE UM CÂNCER.
José Belmiro Lima chegou de Minas Gerais ainda antes de um ano de idade ao Rio se formou na escola do samba e foi mestre de uma geração inteira de músicos. Não há um percussionista sequer no mundo do samba que não o conhecesse e o referenciasse como professor.
Sujeito de poucas palavras e de um humor típico dos sambistas malandros do subúrbio, era figura carimbada em discos e shows clássicos do samba. E dentre outros grandes feitos foi fundador da Herdeiros da Vila, escola de samba mirim de Vila Isabel.
Acompanhou com a maestria da sua percussão diversos nomes da música como: Ney Matogrosso, João Nogueira, Cartola, Wilson das Neves, Wilson Moreira e Bezerra da Silva.
A última vez que o vi em cena foi em show do Moacyr Luz e Makley Mattos no Carioca da Gema em 2007, se não me trai a já combalida memória, em que contavam com um time de primeira. Gabriel Cavalcanti no cavaco, Carlinhos nas 7 cordas, e Zero (outro fera dos tambores) fazendo a cozinha da batucada. Quando cheguei eles tocavam a musica Zuela de Oxum parceria de Moacyr com Martinho da Vila gravada no CD Samba da Cidade, canção que sempre me emociona quando escuto.
Zuela de Oxum com Moacyr Luz e Armando Marçal (outro fera vivo da percussão, herdeiro do legado Marçal – que deveria me render outra matéria em breve)
Eu como nascido e criado em Vila Isabel e pretenso músico, não tardei em atender ao chamado do samba e me aventurei alguns anos da minha vida por esse difícil labor. Quando moleque ainda, despertando interesse pela música e pelos tambores, meu pai ( outro vilisabelense convicto) que era amigo do Trambique me levou até a Praça Sete reduto da malandragem de outrora num samba que rolava em uma oficina mecânica na esquina com a rua Luis Barbosa e me disse:
– Aquele ali é o cara vamos lá que vou te apresentar ele. Disse o coroa.
Conversamos alguns minutos e eu escutava atento seus conselhos…Quando pra minha surpresa ele saca de sua bolsa um reco-reco de madeira que ele mesmo produzia e que logo se tornou objeto de desejo entre os percussionistas do samba, peça que era item de disputa nas lojas do gênero e estava sempre em falta.
Hoje em dia o samba dorme em meu coração, logo que eu me tornei pretenso comunicador, e o reco reco que estava aqui guardado em casa como um instrumento sem uso, agora alça ao status de relicário.
O reco-reco mais disputado do mundo do samba
Descanse em paz Mestre Trambique. Vila Isabel e suas calçadas músicas te rendem toda a homenagem que mereces.
Ontem à noite (24) a banda britânica The Rolling Stones fez o primeiro de dois shows em São Paulo, no estádio do Morumbi, e o TMDQA! esteve lá para cobrir o evento que teve abertura dos brasileiros do Titãs.
Logo abaixo você pode ver vídeos do show do Rolling Stones em São Paulo.
Divirta-se!
Rolling Stones em São Paulo (24/02/2016)
Qual é a primeira coisa que alguém pensa quando um show do Rolling Stones é anunciado por aqui? “Nossa, melhor ir agora porque eles não voltam mais”. Desde quando os Stones desembarcaram por aqui, em 1995, o mundo já apostava em quanto tempo Mick Jagger e companhia ainda teriam de estrada. Quantas vezes já aposentaram os Rolling Stones? Mais do que eu consigo me lembrar agora, mas sendo bem sincero, enquanto escrevo sobre o que aconteceu agora há pouco no estádio do Morumbi, falem o que quiser da banda. Mas falem depois de testemunhar o que esses senhores fazem em cima de um palco.
Às 21:15 dessa quarta-feira até a chuva de São Paulo parou pra ver os Rolling Stones. Apagaram-se as luzes e num estalo surgiram Keith Richards, sua Fender Telecaster surrada e aquele dó maior de “Start Me Up”, que faz qualquer homem feito chorar. A partir daí não tinha mais o que fazer, o estádio era de Mick Jagger, a personificação de tudo o que rock representa em sua forma mais pura e hipnotizante. E justiça seja feita, ele ainda tentou avisar, era só rock n´roll, nada demais, mas já era tarde e o público acompanhava o frontman por todos os cantos do palco. “Como esse cara faz isso?”, “Sério que ele tem quase 70 anos?”, foram umas das coisas que eu ouvi por ali. Achei deselegante interromper e corrigir: são 72 anos. 18 desde o último show por aqui. “Dezoito anos, hein!? Não acredito, Sampa”, falou em português. Até “beijinho no ombro” teve.
Quando ele anunciou e a banda começou “Beast of Burden”, uma impressão virou certeza: nenhuma dupla na história do rock tem o entrosamento de Keith Richards e Charlie Watts. Que coisa linda de se ver/ouvir. O baterista, preciso como um relógio, e de longe o stone mais sério – no alto dos seus 74 anos e sempre com aquela cara de “eu poderia estar em casa tomando um chá, mas estou aqui tocando para 70 mil pessoas” – tem um ritmo que é só dele, um swing que vem do jazz e ao mesmo tempo uma simplicidade que destaca a guitarra de Richards de um jeito bem difícil de explicar. E Keef? O que dizer de Keith Richards? O último pirata do rock n’ roll, o homem que trocou de sangue duas vezes, que cheirou as cinzas do pai. Lendas, claro. Lenda é uma boa palavra aqui. Keith Richards é uma lenda. Um cara que passou a vida estudando o blues de Robert Johnson e Jimmy Reed, o rock de Chuck Berry e Bo Diddley e criou a base do que é a música dos Rolling Stones. Por vezes exótica (tocando a intro de “Paint It Black”); cheia de feeling (tipo “Worried About You”); meio country (lembra de “Honky Tonk Women”? Teve também); e única – ninguém faz (nem consegue fazer) igual.
No meio de toda essa química vale um salve para Ron Wood, um dos caras mais subestimados do rock, mas que complementa o estilo de Richards como ninguém e que teve vários (e bons) momentos no show, com solos certeiros e o sorriso gente boa de sempre.
Entrando na segunda metade do show Richards assumiu a voz em “You Got The Silver” e “Happy”, com sua rouquidão característica e aquela malandragem que só um macaco velho do rock sabe bem como tirar proveito. Em “Midnight Rambler” Jagger voltou animado, mostrou que sua voz vai muito bem obrigado. Pulou, requebrou, tocou guitarra em “Miss You” e continuou variando o guarda-roupa. Eu não contei, mas com certeza ele tem mais camisas de seda do que amigos! E não foi só camisa, não. Quando o palco escureceu e vieram os primeiros acordes de “Sympathy For The Devil” soaram, Mr. Jagger surgiu com uma capa de plumas vermelhas, que não resistiu à sua animação e logo ficou para o chão.
O set fechou com “Jumpin’ Jack Flash” e a plateia vibrando como se fosse a terceira música do show. Como a banda vem fazendo durante toda a turnê pela América do Sul, o bis ficou por conta de “You Can’t Always Get What You Want”, com a companhia do Coral Sampa, um coletivo que reúne vozes de diversos colégios e universidades. Pra fechar veio o riff, o hit que Richards compôs sonhando e transformou tudo pra todo mundo: “(I Can’t Get No) Satisfaction”, que a banda parece tocar como uma forma de gratidão por tudo o que a canção representou para eles nesses mais de 50 anos de carreira.
E aí, depois de tudo isso, sabe qual é a primeira coisa que alguém pensa quando sai de um show dos Rolling Stones? “Aposentar? Duvido”.
No dia 27, Sábado, a banda se apresenta novamente no Morumbi.
Setlist
Start Me Up
It’s Only Rock ‘n’ Roll (But I Like It)
Tumbling Dice
Out of Control
Bitch (escolhida pelo público em enquete online)
Beast of Burden
Worried About You
Paint It Black
Honky Tonk Women (com apresentação da banda)
You Got the Silver (Keith Richards nos vocais)
Happy (Keith Richards nos vocais)
Midnight Rambler
Miss You
Gimme Shelter
Brown Sugar
Sympathy for the Devil
Jumpin’ Jack Flash Bis
You Can’t Always Get What You Want (com o Coral Sampa)
(I Can’t Get No) Satisfaction
ABERTURA do show dos Rolling Stones em São Paulo 24/02/2016
A cantora Céu anunciou na última segunda-feira (22) o lançamento de seu novo álbum.Tropix, produzido porPupilloeHervé Salters, sai oficialmente no dia 25 de Março.
Em sua página no Facebook, ela divulgou a capa do disco e também agradeceu a todos que ajudaram na sua feitoria:
Muito agradecida a todas as pessoas envolvidas diretamente nele, produtores, músicos, artistas, família, amigos, etc, e também as envolvidas indiretamente que são de suma e total importância, e me dão suporte para continuar nessa grande jornada que é a música. Obrigada a vocês!!!
Tropix é o quarto registro de inéditas da artista paulistana. Seus outros trabalhos são CéU (2005),Vagarosa (2009) e Caravana Sereia Bloom (2012). Em 2015 ela lançou um disco e dvd ao vivo.
Demi Lovato lançou na última terça-feira (23) o clipe da faixa “Stone Cold”, terceiro single do discoConfident. O vídeo mostra a artista cantando a balada em dois cenários: uma banheira e uma montanha com neve.
Em entrevista, a cantora comentou que a experiência de gravar o clipe foi muito emocional para ela:
Tenho músicas que escrevi especificamente porque não havia nada lá fora que eu poderia me identificar nesse nível. Eu sabia que outras pessoas também precisavam da canção. Ela vai dar a eles essa voz que precisam ouvir para deixar as coisas no passado e definir como se sentem. Durante as filmagens eu canalizei minha emoção para o vídeo e só me entreguei. E quando ele gritou ‘Corta!’ eu quase não conseguia parar de chorar porque realmente fui a um lugar de apenas deixar sentir.
A apresentação aconteceu no lendário estádio do Maracanã para um público de 66 mil pessoas e,o setlist ficou dessa forma:
Start Me Up
It’s Only Rock ‘n’ Roll (But I Like It)
Tumbling Dice
Out of Control
Like a Rolling Stone (Bob Dylan) (após resultado de enquete online)
Doom and Gloom
Angie
Paint It Black
Honky Tonk Women
You Got the Silver (Keith Richards nos vocais)
Before They Make Me Run (Keith Richards nos vocais)
Midnight Rambler
Miss You
Gimme Shelter
Brown Sugar
Sympathy for the Devil
Jumpin’ Jack Flash Bis:
You Can’t Always Get What You Want (com o Coral da PUC-Rio)
(I Can’t Get No) Satisfaction
Além de uma imensidão de hits, os solos de guitarra e danças de Mick Jagger e companhia, os destaques ficaram para as performances de “Like A Rolling Stone”, de Bob Dylan, eleita pelos fãs através de uma enquete online, e a apresentação no bis de “You Can’t Always Get What You Want”.
Assim como no show de Buenos Aires, que teve um coral local, no Rio de Janeiro a performance contou com a participação do coral da PUC Rio.
Você pode assistir a vídeos do Rolling Stones no Rio de Janeiro logo abaixo.
A turnê da banda britânica pelo Brasil segue com shows em São Paulo nos dias 24 e 27 de Fevereiro e termina em Porto Alegre com show no dia 02 de Março.