O ancestral dos mutantes, En Sabah Nur, retorna com planos de mergulhar o mundo em um apocalipse para garatir a supremacia. Sequência de "X-Men: Dias de um Futuro Esquecido".
Classificação indicativa: a definir por http://www.culturadigital.br/classind.
Billy Paul , o cantor de soul mais conhecido por seu single 1972 "Me and Mrs. Jones", morreu no domingo (24 de abril), de acordo com uma mensagem postada em seu website . Ele tinha 81 anos.
"Nós sentimos informar que Billy faleceu hoje em sua casa após séria condição médica. Gostaríamos de estender as nossas mais sinceras condolências a sua mulher Blanche e família pela perda, enquanto eles e o mundo choram a perda de outro ícone musical que ajudou a música pioneira R & B de hoje. Billy fará falta verdadeiramente. Por favor, compartilhe seus pensamentos, mensagens e histórias de Billy como nos lembramos deste lendário artista, membro da família e amigo..."
O empresário de Paul, Beverly Gay, confirmou sua passagem para NBC10 . Ela afirmou que Paul (nascido Paul Williams) morreu em sua casa em em Blackwood, NJ, depois de ter sido diagnosticado com câncer e hospitalizado há uma semana no Hospital da Universidade Temple, na Filadélfia.
"Me and Mrs. Jones" no topo da Hot 100 no final de 1972, e ganhou Paul um Grammy de melhor performance vocal de R & B, do sexo masculino, em 1973.
Paul começou a cantar em tenra idade, mesmo compartilhando um projeto de lei no Club Harlem, na Filadélfia com Charlie Parker quando ele tinha apenas 16 anos de idade. "Ele morreu mais tarde nesse ano," Paul é citado como dizendo. "Eu estava lá com ele por uma semana e eu aprendi o que normalmente levaria dois anos para pegar. Pássaro me disse que se eu continuei lutando Eu iria um longo caminho, e eu nunca esqueci as palavras dele. "
Ao longo de sua carreira, o cantor lançou 15 álbuns, o mais recente é de 1988 Wide Open . Uma biografia em seu site diz que Questlove chamou-o "um dos proprietários criminalmente não mencionadas de socialmente consciente pós-revolução '60s música dos direitos civis."
O representante de Paul disse NBC10 que a família estará liberando informações sobre o funeral.
Batizado Paul Williams, mas conhecido mundialmente como Billy Paul, o norte-americano marcou os anos 1970 ao combinar estilos como o pop, soul e funk, com influências das músicas eletrônica e psicodélica.
Em agosto de 2015, a lenda do soul norteamericano esteve no Recife. Aqui, se declarou apaixonado pela música brasileira – citando nomes como Elis Regina, Maria Bethânia, Jorge Benjor e Tim Maia – e pelo Carnaval pernambucano.
No Projeto NOVA no Teatro, da rádio NOVABRASIL FM acontece, amanhã, 26 de abril, no Teatro Bradesco…
Canto no disco como eu canto no show, como se estivesse em cena”, conta a cantora que subirá ao palco do Teatro Bradesco dia 26 de abril, às 21h30 para apresentar seus sucessos como “Tudo Certo” e “Me Faz Bem” e os novos sons “Me Beija” e “Sigo”.
“Eu gosto da espontaneidade desse disco”, conta Luiza sobre o álbum, prometendo muitas músicas do CD no novo show, entre elas “Insight” (Jaloo), “Me Beija” (LP / Arthur Gomes / Rafaela Andrade), “Sigo”, de sua própria autoria, em parceria com os produtores do CD Rodrigo Gorky e Arthur Gomes , além de “Como Eu Quero” (Leoni / Paula Toller).
Orgulhosa do novo projeto, Luiza conta que foi difícil escolher qual das novas faixas entrariam para o setlist. “Procurei referências para um show novo, que não fossem apenas músicas do meu repertório. Vou mostrar tudo o que tenho”, diz.
Quem acompanha a artista nesta empreitada é sua própria banda: Ramon Montagner (bateria), Bruno Coppini (baixo), Ivan Teixeira (teclado), Will Bone (sax e violão) e Zeca Loureiro (guitarra). “Eu fiz questão que a banda do CD fosse a minha, porque já sabem como gosto e como quero que a música saia. A forma que eu gosto do tom de cada instrumento”, conta Luiza.
Nova no Teatro com Luiza Possi Realização: NovaBrasil FM Teatro Bradesco Rua Palestra Itália, 500 – 3º piso Bourbon Shopping – São Paulo Capacidade: 1439 pessoas Terça-Feira, 26 de abril, às 21h30 Classificação: 12 anos Adolescentes com 12 e 13 anos: permitida a entrada (acompanhados de pais ou responsáveis legais). 14 anos em diante: permitida a entrada desacompanhados. Duração: 90 min
Luiza Possi – LP
Com todos os prêmios, exposição em TV, músicas em novelas, Luiza Possi caiu na categoria de representante no primeiro escalão da nova música popular brasileira. Parece cômodo, um caminho que ela trilha há 15 anos muito bem. Mas artista só é artista de verdade se consegue exprimir o som que está na sua cabeça. E Luiza é uma artista. A prova se chama “O LP”.
Simples assim. Abreviatura de Long Play, quando a música era composta e consumida entre lados A e B, e feita como receita caseira.
“O LP” foi gravado na sala da casa de Luiza. Não em um estúdio em casa, mas na sala mesmo. A busca era pelo que ela ouvia o tempo todo e na sua cabeça, música pop legitimamente brasileira. Pretensão zero. Até no título, porque se existe alguém que poderia batizar um disco de “LP”, essa seria Luiza Possi, na abreviação de seu nome.
No “LP” seu parceiro foi o curitibano, DJ Rodrigo Gorky, um dos expoentes da nova geração, que estourou na música eletrônica com o Bonde do Rolê. E a música eletrônica se mostrou o habitat ideal para a voz brilhante de Luiza. O termo brilhante é usado em seu sentido literal aqui. Como a sonoridade eletrônica é sucinta, com menor reverberação, a voz se revela em primeiro plano como nunca antes na carreira dela.
É uma outra questão ao se compor o repertório de um disco. Se você coloca poucos elementos, pouco instrumentos, fica um acústico (ou quase). Com uma banda e montes de arranjos, torna-se uma sonoridade sem fim. Em “O LP” a voz de Luiza se encaixa suavemente nas camadas de arranjos eletrônicos das 10 canções.
“Sigo” abre o disco num quase trip hop, que caminha mais para frente para uma balada alegre. “Insight” é canção de se escutar estalando os dedos, com o crescimento no refrão quase em synth pop. Por vezes a cama eletrônica traça um suave romantismo, como em “Você Tem o Dom”.
Tem também entre elas uma versão iluminada de “Como Eu Quero”, famosa composição de Leoni e do Kid Abelha , e momentos mais jazzísticos, como em “Por Quanto Tempo”, parceria de Luiza com Dudu Falcão.
Ou mesmo baladas ensolaradas, como “O Meu Amor Mora no Rio”, composta por Pélico, que traz ainda um delicioso flerte entre música latina e rock dos anos 50, e “Aventura”, parceria com Thiaguinho.
Já “Sem Pressa” é dona de teclado vintage e vocal ritmado num quase hip hop, enquanto “Me Beija” vai do trip hop ao eletropop sem que se perceba a estrada que a conduz.
Há, claro, um final especial, com início à capela e arranjo de sintetizador matador de “Pensando Bem”.
Mas o que tem é a explicação da própria Luiza à pergunta de montagem de repertório. “A música arrepia ou não? Se arrepia, entra; se não, não.”
Prince morreu, mas deixou seu maior legado, a música, para que os fãs pudessem lembrá-lo para sempre. Mas há ainda outras razões para que ele não seja esquecido.
Morreu na quinta-feira passada, 21, o cantor Prince, aos 57 anos, em seu estúdio de gravação, em Minnesota, nos Estados Unidos. A informação foi dada pelo TMZ e confirmada, em seguida, por um porta-voz para a Associated Press. Na sexta-feira anterior, ele havia sido hospitalizado em Illinois para tratar de uma gripe. A causa da morte ainda não foi divulgada.
Nascido Prince Rogers Nelson, no dia 7 de junho de 1958, o músico lançou seu primeiro disco, For You, em 1978, o qual foi todo produzido, escrito e teve todos os 27 instrumentos tocados por ele. Não foi um grande sucesso, mas mostrou ao mundo um dos artistas mais completos e geniais que estava surgindo.
Nos anos seguintes, lançou Prince, Dirty Mind e Controversy, álbuns muito elogiados, mas foi com 1999 que o cantor multi-instrumentista emplacou seu primeiro álbum no Top 10 da Billboard. Seu trabalho de maior popularidade e sucesso comercial veio em seguida, em 1984, com Purple Rain, que também é a trilha sonora do filme de mesmo nome e estrelado pelo próprio Prince. Foram duas músicas no topo da Billboard, “When Doves Cry” e “Let’s Go Crazy”, e 22 milhões de cópias vendidas. Em 1985, a faixa-título levou o Oscar de Melhor Canção Original.
Ao todo, foram 39 álbuns lançados, 7 Grammy Awards, 1 Globo de Ouro e vários outros prêmios e canções icônicas como “Kiss”, “Cream”, “Sign ‘O’ the Times”, “U Got the Look” e “Little Red Corvette”.
Mas sua música vai muito mais além de vendas e troféus: elas refletem a sua genialidade e seu jeito único, que ressoam com fãs no mundo todo. Após a morte do cantor, muitos deles expressaram no Twitter a importância de Prince e sua obra em suas vidas:
“Prince foi para as crianças negras que não se encaixavam o mesmo que Bowie foi para as crianças brancas. Uma luz de rímel que fez com que se erguer e se destacar fosse legal.”
De fato, a personalidade única de Prince o fez se destacar dos outros artistas. Em 1990, numa entrevista para a Rolling Stone, o cantor contou de onde tirava sua confiança:
“Estar tranquilo significa ser capaz de lidar consigo. Tudo o que você precisa fazer é se perguntar: ‘tenho medo de alguém? Tem alguém que me deixaria nervoso se eu entrasse numa sala e a visse?’ Do contrário, você está tranquilo.”
“Prince pode não ter sido gay, mas ele ofereceu uma boa cobertura para jovens negros que não são heterossexuais e não se definem pelo binarismo de gênero. Deus o abençoe por isso e tudo mais.”
Embora Prince nunca tenha declarado que era gay, muito se questionava sobre sua sexualidade, a qual ele se limitava a dizer: ‘quem se importa?’. Seu estilo único, porém, desafiava normas e papéis de gênero, o que pode ter sido libertador para muitos jovens que tinham dificuldade de se expressar. “I Would Die 4 U”, lançada em 84, demonstra a persona livre de Prince. Em um dos versos, ele canta: “eu não sou uma mulher/ eu não sou um homem/ eu sou algo que você jamais entenderá.”
Data: 22 de abril, sexta-feira Local: Teatro Riachuelo (Av Bernardo Vieira, 3775 – Tirol – Natal – RN) Horário do show: 21h
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Ela já foi ave de prata, flor, fruto e até paisagem. Colocou fogo na mistura, comandou a ciranda, arrumou o balaio e sempre deixou tudo como a gente gosta. Assim é Elba Ramalho, popular e brasileira, uma das grandes vozes femininas da música brasileira.
Neste show, Elba traz no repertório muitos sucessos como: “De volta pro Aconchego”, “Anunciação”, “Banquete dos Signos”, “Morena de Angola”, “Gostoso demais”, “Bate Coração”, “Chorando e Cantando”, “Chão de Giz”, “Bate Coração”, “Banho de Cheiro” e “Frevo Mulher”.
O show conta com as participações especiais de Maria Rita e Beth Carvalho. Data: 25 de maio, quarta-feira Local: Vivo Rio (Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo, Rio de Janeiro) Horário: 22h
Depois de rodar por diversas cidades do Brasil com o show do CD,Porta-Voz da Alegria, Diogo Nogueira escolheu a cidade maravilhosa para gravar seu próximo DVD, que homenageará o samba e a música popular brasileira. No dia 25 de maio, o sambista volta ao Vivo Rio, local aonde o cantor gravou seu 2º DVD,Sou Eu – Ao Vivo, que ganhou a certificação de DVD de Platina Duplo, que marca a venda superior a 200 mil cópias. Com Direção Geral de Raoni Carneiro e Afonso Carvalho, o DVD traz Bóris Farias na direção musical, Cesio Lima na iluminação e Zé Carratu na cenografia, e uma banda com 13 músicos que acompanharão o cantor.
Para as participações especiais, Diogo Nogueira receberá no palco duas das maiores cantora do Brasil: Maria Rita e Beth Carvalho. No repertório, estão confirmadas as músicas mais recentes do cantor, como “Clareou”, “Porta-Voz da Alegria” e “Alma Boêmia”, além de músicas inéditas e homenagens a Djavan, Cazuza, Gonzaguinha, Milton Nascimento, Tim Maia e Zeca Pagodinho. Fonte: Midiorama
Data: 21 de abril, quinta-feira Local: Parque Maeda – Itu (Rodovia SP 75, Km 18 – Itu/SP) Horário do show: 13h
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O Tomorrowland Bélgica celebrou seus 10 anos em julho de 2014, comemorando esta data com um público de 360.000 pessoas.
A magia e inspiração para a segunda edição do Tomorrowland Brasil é baseada no tema The Key to Happiness, o mesmo que marcou história na celebração dos 10 anos em Boom/BE, onde palcos e conceitos ganharam vida e experiências foram criadas em torno de uma magnífica jornada musical. O segundo capítulo do The Key to Happiness será escrito no TomorrowWorld, Atlanta/EUA, em setembro de 2015.
E o Conto de Fadas continua… descubra a verdadeira felicidade e participe do 3o capítulo desta história em 21, 22, 23 de abril de 2016.