radio verdade

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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

rappa em curitiba

O Rappa (Foto: Divulgação/Pororoca Produções)

O Rappa é uma banda brasileira conhecida por suas letras de forte impacto social. Seu ritmo não é exatamente definido nem mesmo pela própria banda. Embora seja de início principalmente rock, a banda também incorporou elementos de samba, rap e MPB.

CURITIBA, PR

Sábado,17 e 18/10/2014, às 23h59
Spazio Van

BR-116, 15000, Curitiba - PR


Caricaturas de artistas


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Audiência Feysom em quatro países.




Conforme Blogger  FEYSOM está em quatro países. Vide pesquisa abaixo. 


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Um pouco de história do samba -Império Serrano e Silas de Oliveira






Heróis da Liberdade – Império Serrano 1969


O samba nos anos negros da nossa história. O ano era 1969 e o AI-5 ainda estava cheirando a novo quando o Império Serrano levou para a avenida Presidente Vargas talvez o samba mais lindo de sua história e também o mais provocador. Silas de Oliveira, Mano Décio da Viola e Manuel Ferreira escreveram uma música que passa por várias épocas da nossa história: a Inconfidência Mineira, a abolição da escravatura e usaram até as primeiras notas do hino escrito por D. Pedro I para falar da independência do Brasil. Heróis da Liberadade é uma música sem tempo, uma música que nos ensina, nos motiva a lutar não somente pela liberdade do nosso povo, mas também a nossa liberdade individual principalmente quando diz:


Essa brisa que a juventude afaga
Essa chama
Que o ódio não apaga pelo universo
É a evolução em sua legítima razão

Chamados pelos censores, os autores foram obrigados a mudar a frase “é a REVOLUÇÃO em sua legítima razão” por “é a EVOLUÇÃO em sua legítima razão”. Mas o samba fala muito mais do que isso.

Passava noite, vinha dia
O sangue do negro corria
Dia a dia
De lamento em lamento
De agonia em agonia
Ele pedia o fim da tirania
Lá em Vila Rica
Junto ao largo da Bica
Local da opressão
A fiel maçonaria, com sabedoria
Deu sua decisão
Com flores e alegria
Veio a abolição
A independência Laureando
O seu brasão
Ao longe soldados e tambores
Alunos e professores
Acompanhados de clarim
Cantavam assim
Já raiou a liberdade
A liberdade já raiou
Essa brisa que a juventude afaga
Essa chama
Que o ódio não apaga pelo universo
É a evolução em sua legítima razão
Samba, ó samba
Tem a sua primazia
Em gozar de felicidade
Samba, meu samba
Presta esta homenagem
Aos heróis da liberdade
Ô, ô, ô, ô
Liberdade senhor!

SILAS DE OLIVEIRA



O extraordinário compositor SILAS DE OLIVEIRA nascido em 1916 no RJ, em faleceu em 20 de maio de 1972 quarenta anos atrás. Fundador do Império Serrano com Mano Décio da Viola, teve uma trajetória de composição de grandes sambas de enredo, além de canções que ficaram marcadas como Senhora Tentação na voz inigualável de ROBERTO RIBEIRO.Consta na vida de SILAS DE OLIVEIRA



Consta em sua vida a passagem intrigante de 1942, durante a juventude, pois serviu no 7º Grupo de Artilharia de Dorso – Campinho-Cascadura e estava no navio mercante Itagiba, afundado em 17 de agosto, pouco antes da entrada do Brasil na II Guerra Mundial. Muitos jovens da região de Madureira morreram neste incidente, porém Silas sobreviveu para construir mais tarde sua carreira como sambista.

Silas dedicou 28 anos de sua vida ao Império e nesse período fez 16 sambas-enredo para a escola, dos quais 14 foram apresentados no desfile oficial. Quando o amigo Mano Décio foi para a Portela, a dupla se desfez. Mas Silas continuou compondo para a Verde-e-Branco de Madureira, muitos sambas que tornaram-se clássicos do gênero, como ‘Aquarela Brasileira’ (1964), ‘Os Cinco Bailes da História do Rio’ – em parceria com Dona Ivone Lara e Bacalhau (1965), ‘Glórias e Graças da Bahia’ – com Joacir Santana (1966) e ‘Pernambuco, Leão do Norte’, com o qual enfrentou – e venceu – o antigo parceiro Mano Décio da Viola, que retornava à escola, em 1968. A última parceria dos dois grandes sambistas foi em 1969 com ‘Heróis da Liberdade’, num ano em que o jeito de fazer samba de enredo passava por grandes modificações, sobretudo no andamento acelerado, lembrando marcha carnavalesca.

Morte

No dia 20 de maio de 1972, Silas de Oliveira foi à uma roda de samba, pensando arranjar dinheiro para matricular uma de suas filhas no vestibular. No momento em que cantava ‘Os Cinco Bailes da História do Rio’, sofreu um infarto fulminante. Morreu
Entre seus sambas destacam-se:
“Heróis da liberdade” em parceria com Mano Décio da Viola e Manuel Ferreira.
“Pernambuco, Leão do Norte” .
“Glória e graça da Bahia” em parceria com Joacyr Santana.
“Os Cinco Bailes da História do Rio” em parceria com Dona Ivone Lara e Bacalhau.
Aquarela Brasileira




Fonte:Blog mais memória








terça-feira, 14 de outubro de 2014

Tupy de Braz de Pina - Um pouco de sua história.



Um pouco da história de uma querida escola da samba do subúrbio do Rio de Janeiro, que hoje não existe mais, deixando muita saudade.


Uma reportagem de "O Batuque"


A Tupy de Braz de Pina é uma das mais tradicionais escolas de samba da história de nosso carnaval. E "é" justamente por isso, por fazer parte da História, mesmo que seus dias de desfile tenham terminado. Terminaram, mas não foram esquecidos. A extinta escola do subúrbio carioca continua viva, não apenas nas páginas da História, como na memória de gente bamba.




Originado de um time de futebol e de um bloco carnavalesco, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Tupy de Braz de Pina foi fundado na rua Guaíba em 20 de janeiro de 1951, no bairro que lhe deu o nome. Em seus primeiros anos, desfilou apenas pelas ruas do subúrbio, até 1956, quando fez sua primeira apresentação na Praça Onze, desfilando sem concorrer. De 1957 a 1998 passeou pelos diversos grupos do carnaval carioca. Depois, fechou o barracão e virou história.

Entre outros carnavais, a Tupy (assim, com "y", conforme ostentava seu pavilhão) cantou Caymmi antes da Mangueira, fez Manôa antes da Beija-Flor, visitou a Bahia, exaltou o saudoso Sargentelli e a eterna rainha Marlene, a arte de Almeida Jr., Gonçalves Dias e Chiquinha Gonzaga, cruzou o sertão com o São Francisco e tirou o Brasil para dançar.Para relembrar um pouco desse passado, a reportagem de OBatuque.com aproveitou uma gostosa tarde do verão carioca para visitar a Rua Guaíba e bater papo com antigos integrantes da agremiação, sendo recebida por personagens de duas gerações da Tupy. O ex-presidente Jacyr Figueira e o compositor Deco relembraram saudosos momentos e explicaram por que a Tupy não mais pisou a passarela de desfiles.

Seu Jacyr Tupy, como gosta de ser chamado, 84 anos, mineiro de Além Paraíba, ex-ferroviário, lembra do ano de 1955, quando entrou na escola como Harmonia e aos poucos foi assumindo outros papéis como tesoureiro, membro do Conselho Deliberativo, vice-presidente na gestão de Gilson Cerqueira e, depois, presidente quando do afastamento de Gilson.



OBatuque.com – Como foi que o senhor assumiu a escola?



Jacyr Tupy - Quando era vice, ocorreu um problema com a verba da subvenção dada à escola, o Gilson se afastou e o Conselho me indicou pra assumir a presidência. Foi um carnaval difícil, a gente teve que fazer festas, almoços, reuniões na quadra para arrecadar dinheiro e foi com esse dinheiro que a gente conseguiu pagar carnavalesco e vestir bateria, comissão de frente, MS & PB e baianas. O carnavalesco foi o Felix, era um desfile pelo Grupo 1 e, se não me engano, o enredo era “Riquezas áureas da nossa bandeira” (1976). Quem cantou o samba, um belo samba por sinal, foi o Celso Landrini e a bateria era por conta do Pingüim e do Carlinhos. Só que a gente desfilou depois da Em Cima da Hora com “Os Sertões” e o povão todo estava assombrado com o samba deles. Nosso desfile atrasou por causa do cavaco, o Celso teve que parar e teve vaia e nós não fomos bem, não.

OBatuque.com – Como foi que a escola ascendeu ao 1º grupo?
Jacyr Tupy – Foi em 72. A gente falou de Chiquinha Gonzaga e tiramos nota 10 de ponta a ponta. Olha que o samba era tão ruim que ninguém nunca mais cantou na quadra. Naquele ano desfilamos com instrumentos emprestados pela Beija-Flor, chapéus da Santa Cruz e o presidente era o Sidney. No dia do resultado, passei pelo jornaleiro, ele estava com o radinho e perguntei quem tinha vencido o carnaval. Ele falou que a Mangueira estava na frente e eu disse que queria saber era do 2º grupo. Ai ele mandou: Tupy de Braz de Pina. Tomei o maior susto. Quando desfilamos no 1º grupo em 73, ficamos na frente da Vila, mas quem acabou descendo foi a Tupy. Mais à frente subimos de novo, com o enredo da Marlene (veja fotos do desfile na caixa ao final da matéria), desfilando na Candelária.

OBatuque.com – Seu Jaci, fala um pouquinho pra gente como foi a visita do Governador Negrão de Lima à quadra da Tupy na década de 60?
Jacyr Tupy – O presidente da escola na época resolveu fazer uma festa pra homenagear o governador. Ele veio, era um dia de muita chuva. Ele entrou na quadra carregado no colo, já que era numa rua de barro, botaram ele direto no palanque e o pessoal sambou dentro d'água e pintou o sete a noite toda. Foi quando passou de bloco pra escola de samba, então aquela festa foi boa a beça. A Tupy fazia muita festa. Vinha o pessoal da Mangueira, da Portela, do Salgueiro... A Tupy sempre teve amizade com todas as escolas.

O Batuque.com - Quais os desfiles que o senhor Lembra com mais carinho?
Jacyr Tupy – Gostei muito de “Brasil, glória e integração”, (1975) com o samba do Leonel Vieira, o Caciça. Eu era diretor de Harmonia. Desfilamos na Presidente Vargas, sentido Candelária, e quem fez o carnaval foi o Sr. Augusto, com sua filha Solange, eles ajudaram muito a escola. Outro que gostei foi “Inconfidência Mineira”(1958).

O Batuque.com – Como eram feitas e transportadas as alegorias nesses desfiles?
Jacyr Tupy – Não eram grandes como as de hoje, mas davam um trabalho. A gente levava na mão, na munheca mesmo. Teve uma vez, que era um índio com nossa bandeira, que tinha 5 metros de altura. Juntava uns vinte caras, saía de noite e chegava lá pela manhã, já tudo prontinho pra desfilar. Tirava um fio, empurrava galho de árvore e dava tudo certo no final. O problema maior era quando tinha viaduto e tinha que virar o carro, dar um jeito para passar.

O Batuque.com – Como eram os ensaios da Tupy?


Jacyr Tupy – Era muito bom, rapaz. Juntava o pessoal ali mesmo no viaduto, o povo escutava o barulho e começava a aparecer gente de todo canto. Tinha muita mulher, muita gente conhecida, todo muita batia por lá, gente da Penha, de Brás de Pina... Sempre tinha uma comida boa, uma cerveja gelada e o pessoal ficava. Depois das confusões que o pessoal foi arrumando, a turma do olho grande, os componentes foram indo pra outras escolas. Teve uma turma que foi pra Grande Rio, outros da bateria foram pra Imperatriz e assim foi ficando cada vez mais vazio.

O Batuque.com – Seu Jaci, fala para gente da saudade que o Sr. tem dos tempos da Tupy.
Jacyr Tupy – Olha, eu casei, vim morar aqui depois de ser cantor de orquestra por quase vinte anos. Então, quando conheci a escola, participava muito de festas e shows na quadra. Era muito bom, conheci muita gente, muita mulher, fiz muitos amigos e aqui tive uma vida de boemia. Minha mulher nunca me impediu de aproveitar o samba, até porque quando me conheceu eu era cronner de orquestra. Aqui em casa era o ponto de encontro da Velha Guarda da escola. Antes do desfile, o pessoal vinha pra cá se arrumar e bater papo. Teve o Estandarte de Ouro que a Tupy ganhou com o “Essa Nega Fulo” de 74. Teve uma vez que a Tupy se apresentou na Rádio Globo e eu cantei o samba “A seca do nordeste” de 1961, depois no Copacabana Palace, na Vila Militar... Foi uma época muito boa. A Tupy era sempre chamada pra fazer essas festas e eu estava sempre lá, era o cronner fazendo o fundo musical. Eu procurava fazer tudo sempre certinho e ninguém tinha nada contra mim, e com isso fazia muitos amigos. Hoje a Tupy é uma lembrança muito boa para mim. Tempo de alegria, bons enredos e bons carnavais.

Duas gerações após a de seu Jacyr Tupy, o ex-ritmista, ex-passista e compositor Deco, 50 anos, que chegou na Tupy entre os anos de 71 e 72, também falou sobre os bons tempos da escola de Brás de Pina.

OBatuque.com – Deco, conta um pouco do seu tempo de Tupy de Braz de Pina e das lembranças que você tem.
Deco – A saudade é imensa, cara. A Tupy era nossa segunda casa e foi uma infância maravilhosa ali com aqueles baluartes da antiga. Conheci muito sobre carnaval com essas pessoas. Hoje em dia, a gente se encontra principalmente nos ensaios do Bloco Tupiniquim da Penha Circular sob o viaduto e fica relembrando e matando a saudade dos belos tempos da Tupy de Braz de Pina.

OBatuque.com – Fala de um carnaval que o tenha marcado mais.
Deco – Olha, todos os carnavais da Tupy foram emocionantes. Mas o primeiro que assisti, que foi uma primeira experiência dentro de uma escola de samba, já que eu era de uma comunidade que só tinha bloco, foi um carnaval maravilhoso, com lindas alegorias, com um enredo maravilhoso, que se não me falha a memória foi “São Francisco a caminho do Sertão”, em 1971. Eu não cheguei a desfilar, estava chegando novo na comunidade e alguns colegas já desfilaram esse ano e eu assisti ao desfile na Avenida Rio Branco. Foi um desfile que me emocionou muito.

OBatuque.com – Você consegue explicar de forma resumida por que a escola foi acabando?
Deco – Olha, isso é um pouco difícil, porque é uma coisa mais dos bastidores, do comando maior da escola. Coisa de diretoria e presidentes. Acho que foram muitos erros seguidos que aconteceram com a Tupy de Braz de Pina, no sentido de administração da subvenção e investimento para a escola. Acho que houve muito pouco investimento na escola e na sua comunidade. Acho que foi um dos grandes erros dos diretores da Tupy.

Hoje, a antiga quadra da Tupy de Braz de Pina recebe os ensaios do Bloco Carnavalesco Tupiniquim da Penha. Um berço de samba a serviço da cultura popular que ainda resiste como ponto de encontro de gente bamba.

Samba em Sampa





TURMA DO PAGODE
Outubro - 17/10/2014Abertura: 22:00Censura: 18 Anos anos Expresso MixSão Paulo

 

VIVA LA FEIJUCA
Outubro - 18/10/2014Abertura: 12:00Censura: 18 Anos anos Casa do LagoSão Bernardo do Campo


 

ARLINDO CRUZ
Outubro - 18/10/2014Abertura: 20:00 - Início: 22:30Censura: 14 anos anos Espaço das Américas São Paulo



CERVEJA, FRIOS E SAMBA 2014 com Dudu Nobre e Demônios da Garoa
Outubro - 24/10/2014Abertura: 21:00Censura: 14 Anos anos Clube Atlético JuventusSão Paulo



TURMA DO PAGODE
Outubro - 30/10/2014Abertura: 22:30 - Início: 01:00Censura: 18 Anos anos Brooks SPSão Paulo

A história do rock de Linkin Park que se apresentará em Brasília












História
A banda teve início com Mike Shinoda e Brad Delson, que se conheceram no ensino médio, e se tornaram amigos, e ambos expressaram o desejo de formar uma banda.

Então, em 1996, começaram a gravar o primeiro material da banda, que se chamava Xero (pronúncia: “Zirou”), um tempo depois juntaram-se a banda: Joe Hahn, que estudava com Mike na Pasadena Art College of Design, junto com David “Phoenix” Farrell, que era colega de quarto de Brad na UCLA, Rob Bourdon, que estudou com Mike e Brad na escola secundária, e Mark Wakefield, um colega de Mike. Então a formação de Xero era: Mike Shinoda (vocal); Mark Wakefield (vocal); Joe Hahn (DJ); Phoenix (baixo); Brad Delson (guitarra); e Rob Bourdon (bateria).Phoenix deixou a banda por um ano , para participar de uma turnê com a sua banda antiga, o The Snax. Por isso, não participou de Hybrid Theory EP.


Capa do EP demo “XERO”(1997)

A princípio era só diversão, mas começaram a chamar atenção de um público restrito. Só que as gravadoras não prestavam muita atenção neles, então resolveram que para continuar deveriam fazer umas mudanças. Mark, por motivos pessoais, teve de deixar a banda, mas continua sendo grande amigo da banda. Nessa época, Chester Bennington estava no Arizona, onde nascera, e cantava em uma banda chamada Grey Daze, que começava a crescer de popularidade no local. Por isso, ele contratou um advogado em Los Angeles para representa-lo frente a vários selos. E esse advogado soube que o Xero estava em busca de um vocalista, e mandou uma demo da banda para Chester. Era 20 de março de 1999.


Capa do Hybrid theory EP (1999)

Já no dia seguinte recebeu um pacote, algumas das gravações com vocal e outras instrumentais. Em três dias ele gravou e regravou, e então ligou para os integrantes do Xero, que ouviram as gravações primeiramente pelo telefone. Os integrantes do Xero mandaram-lhe ir a Los Angeles imediatamente. A banda ficou surpresa com a potência da voz de Chester Bennington. Depois que ele se uniu à banda, eles mudaram o nome para Hybrid Theory, mas tiveram que mudar novamente por problemas legais. Problemas esses, que eram pelo fato de já existir uma banda com esse nome.

O nome definitivo, Linkin Park, é uma adaptação de Lincoln Park, que é uma vizinhança onde os desabrigados costumavam ir. A mudança da grafia aconteceu porque o domínio da Internet lincolnpark.com já existia e era muito caro.

>> Concentraram-se em criar demos para enviar às gravadoras. A Warner Music os contratou logo em seguida. Esse nome seria bem conhecido a partir dali.Na primavera de 2000 a banda começou a compôr, contratou Don Gilmore (que já havia trabalhado com Pearl Jam e Sugar Ray) e criaram o primeiro álbum da banda: Hybrid Theory.


Linkin park em 1999

>> Em julho de 2002 saiu Reanimation, que trazia versões remixadas das faixas do primeiro e mais duas canções do EP, “My December” e “High Voltage”.
>> Em 2003 lançaram Meteora, disco que estourou as vendas logo nas primeiras semanas. A seguir, veio o disco ao vivo Live in Texas, que vinha junto com um DVD.

>> Em 2004 se uniram ao rapper Jay-Z para produzir um álbum com canções mistas dos dois artistas, Collision Course, como “Jigga What/Faint” e “Numb/Encore”, que passou meses tocando nas rádios.

>> Em 2007 lançaram o álbum Minutes to Midnight, que atinge os primeiros lugares da Billboard 200.
Desde 2000, o Linkin Park é banda de rock mais bem sucedida comercialmente nos Estados Unidos. A banda conclui recentemente o processo de gravação e escolha das músicas que estarão presentes no seu novo álbum, intitulado Minutes to Midnight, que foi lançado mundialmente no dia 15 de Maio de 2007, álbum este produzido por Mike Shinoda e o famoso produtor Rick Rubin, que já produziu discos de bandas de peso, como System of a Down, Slipknot e Red Hot Chilli Peppers. Segundo a própria banda, este álbum soa menos New metal do que os outros, fato que pode ser comprovado após ouvir o primeiro single de Minutes to Midnight, “What I’ve Done”, liberado nas rádios norte-americanas no dia 2 de Abril de 2007 e que já está disponível para download na internet. No dia 4 de Maio de 2007 – 1 semana antes do lançamento – o álbum inteiro caiu na internet em redes bittorrent.

A canção mantém as características do Linkin Park, mas é diferente de tudo o que eles já fizeram. Este era o objetivo da banda, criar um som novo mas que ao mesmo tempo os fãs ainda identificassem como sendo o Linkin Park.Além da canção, também o clipe de “What I’ve Done” já caiu no YouTube, clipe este que está dividindo a opnião da crítica e dos fãs, pois traz várias cenas relacionadas à guerra, degradação ambiental, fome e miséria mundiais.



A mudança na sonoridade em todo o album é notável, há canções melódicas e suaves – “Valentine’s Day”, “In Between” – além de uma forte alusão geral de mensagem para os fãns do mundo todo. Segundo alguns, Linkin Park estaria fortemente influenciado pelo U2, tentando passar uma visão política. Some-se a isto o fato de que o clipe de ‘”What I’ve Done” foi gravado num deserto, com todos os integrantes da banda vestidos de preto, o que inevitavelmente lembra o clipe de “Vertigo”, do U2, a incrível semelhança de “Shadow of the Day” com “Where the Streets Have no Name” e a óbvia comparação da capa do álbum com a contracapa de The Joshua Tree. Minutes to Midnight é um dos álbuns mais aguardados dos últimos anos – o seus antecessores foram sucesso absoluto de vendas e crítica.

Além disso, três integrantes da banda estão trabalhando em projetos paralelos. O mais famoso deles é o Fort Minor, grupo de rap formado por Mike Shinoda, que já fez muito sucesso em seu primeiro álbum, The Rising Tied. Outro projeto paralelo é o do vocalista da banda, Chester Charles Bennington, o Dead by Sunrise (antigo Snow White Tan).

Além de Chester, fazem parte desse projeto Amir Derakh e Ryan Shuck. Julien-K é o nome da outra banda de Derakh e Shuck. E, por último, porém não menos importante, o filme de Joe Hahn (The Seed).O videoclipe mais difícil de produzir foi o “Breaking The Habit”afirma Joe, o DJ e tecladista da banda. Diz Joe que todo o clipe foi desenhado à mão, sendo 24 desenhos por segundo, em 3 minutos e meio de musica, e assim calculando no total 5040 desenhos.